Reflexão · 15 de maio de 2026 Reflexion · 15. Mai 2026 Reflection · 15 May 2026
Quando um arquivo aponta para outro Wenn ein Archiv auf ein anderes verweist When one archive points to another
O Staatsarchiv do cantão suíço de Lucerna guarda três cartas que os colonos lucernos no Brasil enviaram para casa entre 1820 e 1825. Franz Hunkeler escreveu em maio de 1820[2], recém-chegado a Nova Friburgo, ainda dormindo sobre quatro estacas fincadas no chão com palha de milho por cima. Johann Baptist Jost escreveu em dezembro de 1825[3], já médico em Campos, denunciando comissários corruptos e listando em ordem alfabética o destino de cada conterrâneo — incluindo Xavier Wermelinger, torneiro, com mulher e sete ou oito filhos, que tinha arrendado o lote 61 da colônia e migrado para Macaé para plantar café. Wendelin Rüttimann escreveu também em 1825[4], com tom mais resignado, de uma pequena oficina de licor onde tentava recomeçar.
As três cartas atravessaram o Atlântico no sentido inverso ao que as pessoas tinham atravessado: do Brasil para Lucerna. O arquivo recebeu, copiou à mão, encaixou nas estantes, esperou. Por dois séculos a função foi unidirecional. Cartas chegando da colônia, o arquivo guardando. Os lucernos no Brasil seguiam mandando notícia para casa enquanto se mudavam, batizavam filhos, plantavam café, brigavam com vizinhos, morriam. O arquivo registrava. Lucerna era o lugar onde a história ia se depositando.
Em algum momento entre março e abril de 2026, isso mudou de sentido por uma linha só.
O arquivista Markus Lischer atualizou, na vitrine pública do Staatsarchiv, o artigo de referência sobre a emigração de 1819[1]. Lá estavam as fontes esperadas: Nicoulin 1973, Lima Abib 2000, Bucher-Häfliger 1997, Weibel-Knupp 2015. E entre elas, na bibliografia oficial do arquivo cantonal, registrada com a data exata da consulta — 23 de abril de 2026 —, uma URL brasileira: afamiliawermelinger.vercel.app.
Soube por terceiros. Simon Wermelinger, genealógista de Triengen com quem troco mensagens por um fórum suíço[5], me mandou o link sem alarde, num parágrafo entre outros. Lischer não me escreveu para avisar; não havia motivo. Um arquivista olha para uma fonte digital, considera-a útil, registra na bibliografia, encerra. O ato é silencioso por convenção.
Não é prêmio nem fama. O artigo de Lischer não é página de grande tráfego, e o reconhecimento foi feito sem aviso, sem cerimônia, sem que ninguém tenha pedido. Continuo sendo o que era antes: um descendente operando sozinho de uma cidade pequena no interior fluminense, com banco SQLite no notebook e dois domínios alugados. A citação não muda isso. O que ela faz é outra coisa.
O arquivo cantonal que recebeu as cartas dos meus antepassados em 1820 e 1825 hoje devolve uma linha de bibliografia para o arquivo familiar dos seus descendentes. As três cartas iam do Brasil para Lucerna. A nota de rodapé vai de Lucerna para o Brasil. O ciclo se completa, modestamente, em uma linha de URL.
Não é uma vitória pessoal. É a confirmação de que um arquivo cumpre sua função quando aponta para outro arquivo. Lucerna sabe agora que existe um lugar, no Brasil, onde os Wermelinger continuam sendo cuidados — não como ficção patriótica, não como saudosismo, mas como genealogia documentada, com transcrições, fontes citadas, hipóteses sinalizadas como hipóteses. Lucerna pode mandar pesquisadores futuros para cá. Eu posso mandar pesquisadores futuros para lá. A pesquisa deixa de ser unidirecional.
Hunkeler escreveu de Neufreiburg, em 1820, que dormia sobre estacas com palha de milho por cima. Jost escreveu de Campos, em 1825, que os Wermelinger estavam “no mato com os macacos”, em Macaé, plantando café. Nenhum dos dois imaginou que algum sobrinho-bisneto, dois séculos depois, manteria um arquivo digital que o cantão de origem citaria de volta. Provavelmente nem precisariam imaginar — estavam ocupados sobrevivendo, não pensando em posteridade.
A posteridade, quando chega, costuma chegar assim: silenciosa, pequena, sob a forma de uma nota de rodapé. Uma URL entre fontes. Um aviso de visita datada. Nada mais. E é o suficiente para fechar, em alguma medida, um arco de duzentos e sete anos.
Em Lucerna, hoje, quem procurar pela emigração lucerna a Nova Friburgo será mandado, entre outras direções, para um site mantido em Duas Barras, no Rio de Janeiro. É só isso que cabe dizer.
Das Staatsarchiv des Kantons Luzern bewahrt drei Briefe, welche die Luzerner Kolonisten in Brasilien zwischen 1820 und 1825 in die Heimat schickten. Franz Hunkeler schrieb im Mai 1820[2], soeben in Neufreiburg angekommen, noch auf vier in den Boden gerammten Pfählen mit Maisstroh darüber schlafend. Johann Baptist Jost schrieb im Dezember 1825[3], inzwischen Arzt in Campos, klagte korrupte Kommissare an und führte in alphabetischer Reihenfolge das Schicksal jedes Landsmanns auf — darunter Xavier Wermelinger, Trexler, mit Frau und sieben oder acht Kindern, der das Kolonie-Land Nr. 61 verpachtet hatte und nach Macahé gezogen war, um Kaffee anzubauen. Wendelin Rüttimann schrieb ebenfalls 1825[4], in resignierterem Ton, aus einer kleinen Likörwerkstatt heraus, in der er einen Neuanfang versuchte.
Die drei Briefe überquerten den Atlantik in der umgekehrten Richtung, in der die Menschen ihn überquert hatten: von Brasilien nach Luzern. Das Archiv empfing sie, schrieb sie von Hand ab, ordnete sie in die Regale ein, wartete. Zwei Jahrhunderte lang war die Funktion einseitig. Briefe kamen aus der Kolonie, das Archiv bewahrte. Die Luzerner in Brasilien schickten weiterhin Nachrichten nach Hause, während sie umzogen, Kinder tauften, Kaffee pflanzten, sich mit Nachbarn stritten, starben. Das Archiv registrierte. Luzern war der Ort, an dem sich Geschichte ablagerte.
Irgendwann zwischen März und April 2026 kehrte sich diese Richtung durch eine einzige Zeile um.
Der Archivar Markus Lischer aktualisierte im öffentlichen Schaufenster des Staatsarchivs den Referenzbeitrag zur Auswanderung von 1819[1]. Dort standen die erwarteten Quellen: Nicoulin 1973, Lima Abib 2000, Bucher-Häfliger 1997, Weibel-Knupp 2015. Und unter ihnen, in der offiziellen Bibliographie des Kantonsarchivs, mit dem genauen Datum der Konsultation — 23. April 2026 — verzeichnet, eine brasilianische URL: afamiliawermelinger.vercel.app.
Ich erfuhr es durch Dritte. Simon Wermelinger, Genealoge aus Triengen, mit dem ich über ein Schweizer Forum Nachrichten austausche[5], schickte mir den Link ohne Aufhebens, in einem Absatz unter anderen. Lischer schrieb mir nicht, um mich zu benachrichtigen; es gab keinen Grund dazu. Ein Archivar betrachtet eine digitale Quelle, hält sie für nützlich, verzeichnet sie in der Bibliographie, schliesst die Sache. Der Akt ist still nach Konvention.
Es ist weder Preis noch Ruhm. Lischers Beitrag ist keine vielbesuchte Seite, und die Erwähnung erfolgte ohne Vorankündigung, ohne Zeremonie, ohne dass jemand darum gebeten hätte. Ich bleibe, was ich vorher war: ein Nachfahre, der allein aus einer Kleinstadt im Landesinneren des Bundesstaates Rio de Janeiro arbeitet, mit einer SQLite-Datenbank auf dem Notebook und zwei gemieteten Domains. Die Erwähnung ändert daran nichts. Was sie bewirkt, ist etwas anderes.
Das Kantonsarchiv, das die Briefe meiner Vorfahren 1820 und 1825 empfing, gibt heute eine Zeile Bibliographie an das Familienarchiv ihrer Nachfahren zurück. Die drei Briefe gingen von Brasilien nach Luzern. Die Fussnote geht von Luzern nach Brasilien. Der Kreis schliesst sich, bescheiden, in einer URL-Zeile.
Es ist kein persönlicher Sieg. Es ist die Bestätigung, dass ein Archiv seine Funktion erfüllt, wenn es auf ein anderes Archiv verweist. Luzern weiss nun, dass es in Brasilien einen Ort gibt, an dem die Wermelinger weiterhin gepflegt werden — nicht als patriotische Fiktion, nicht als Nostalgie, sondern als dokumentierte Genealogie, mit Transkriptionen, zitierten Quellen, als Hypothesen gekennzeichneten Hypothesen. Luzern kann künftige Forschende hierher schicken. Ich kann künftige Forschende dorthin schicken. Die Forschung hört auf, einseitig zu sein.
Hunkeler schrieb 1820 aus Neufreiburg, dass er auf Pfählen mit Maisstroh darüber schlief. Jost schrieb 1825 aus Campos, dass die Wermelinger „im Wald mit den Affen“ sässen, in Macahé, Kaffee anbauend. Keiner der beiden ahnte, dass irgendein Grossneffe zwei Jahrhunderte später ein digitales Archiv führen würde, das der Herkunftskanton zurückzitieren würde. Wahrscheinlich brauchten sie das auch nicht zu ahnen — sie waren mit dem Überleben beschäftigt, nicht mit dem Nachdenken über Nachwelt.
Die Nachwelt kommt, wenn sie kommt, meist so: still, klein, in Gestalt einer Fussnote. Eine URL unter Quellen. Ein datierter Besuchshinweis. Mehr nicht. Und das genügt, um in gewissem Masse einen Bogen von zweihundertsieben Jahren zu schliessen.
In Luzern wird heute, wer über die Luzerner Auswanderung nach Nova Friburgo recherchiert, unter anderem auf eine in Duas Barras, im Bundesstaat Rio de Janeiro, gepflegte Seite verwiesen. Mehr lässt sich nicht sagen.
The State Archives of the Swiss canton of Lucerne hold three letters that the Lucerne colonists in Brazil sent home between 1820 and 1825. Franz Hunkeler wrote in May 1820[2], newly arrived at Nova Friburgo, still sleeping on four stakes driven into the ground with maize straw on top. Johann Baptist Jost wrote in December 1825[3], by then a physician in Campos, denouncing corrupt commissioners and listing in alphabetical order the fate of each fellow countryman — including Xavier Wermelinger, turner, with wife and seven or eight children, who had leased out colony lot No. 61 and moved to Macahé to plant coffee. Wendelin Rüttimann wrote in 1825 as well[4], in a more resigned tone, from a small liquor workshop where he was trying to start over.
The three letters crossed the Atlantic in the opposite direction to that in which the people had crossed it: from Brazil to Lucerne. The archive received them, copied them by hand, fitted them onto the shelves, waited. For two centuries the function was unidirectional. Letters arrived from the colony, the archive preserved. The Lucerners in Brazil kept sending news home as they moved, baptised children, planted coffee, quarrelled with neighbours, died. The archive registered. Lucerne was the place where history was being deposited.
At some point between March and April 2026, this direction reversed through a single line.
The archivist Markus Lischer updated, in the State Archives' public showcase, the reference article on the emigration of 1819[1]. There stood the expected sources: Nicoulin 1973, Lima Abib 2000, Bucher-Häfliger 1997, Weibel-Knupp 2015. And among them, in the cantonal archive's official bibliography, recorded with the exact date of consultation — 23 April 2026 —, a Brazilian URL: afamiliawermelinger.vercel.app.
I found out through third parties. Simon Wermelinger, a genealogist from Triengen with whom I exchange messages on a Swiss forum[5], sent me the link without fanfare, in a paragraph among others. Lischer did not write to notify me; there was no reason to. An archivist looks at a digital source, considers it useful, records it in the bibliography, closes the matter. The act is silent by convention.
It is neither prize nor fame. Lischer's article is not a high-traffic page, and the recognition was made without notice, without ceremony, without anyone having asked. I remain what I was before: a descendant operating alone from a small town in the interior of the state of Rio de Janeiro, with a SQLite database on the laptop and two rented domains. The citation does not change that. What it does is something else.
The cantonal archive that received the letters of my ancestors in 1820 and 1825 today returns a line of bibliography to the family archive of their descendants. The three letters went from Brazil to Lucerne. The footnote goes from Lucerne to Brazil. The circle closes, modestly, in a line of URL.
It is not a personal victory. It is the confirmation that an archive fulfils its function when it points to another archive. Lucerne now knows that there is a place in Brazil where the Wermelinger continue to be cared for — not as patriotic fiction, not as nostalgia, but as documented genealogy, with transcriptions, cited sources, hypotheses marked as hypotheses. Lucerne can send future researchers here. I can send future researchers there. The research ceases to be unidirectional.
Hunkeler wrote from Neufreiburg in 1820 that he was sleeping on stakes with maize straw on top. Jost wrote from Campos in 1825 that the Wermelinger were “in the forest with the monkeys”, at Macahé, planting coffee. Neither of them imagined that some great-great-nephew, two centuries later, would maintain a digital archive that the canton of origin would cite back. Probably they did not need to imagine — they were busy surviving, not thinking about posterity.
Posterity, when it arrives, usually arrives like this: silent, small, in the form of a footnote. A URL among sources. A dated visit notice. Nothing more. And that is enough to close, in some measure, an arc of two hundred and seven years.
In Lucerne today, anyone researching the Lucerne emigration to Nova Friburgo will be directed, among other destinations, to a site maintained in Duas Barras, in the state of Rio de Janeiro. That is all that needs to be said.
Notas e fontes Anmerkungen und Quellen Notes and sources
- LISCHER, Markus. Die Luzerner Auswanderung nach Nova Friburgo in Brasilien 1819. Staatsarchiv Luzern, Schaufenster — Geschichten. Página oficial do arquivo cantonal, com bibliografia atualizada em 23 de abril de 2026, onde figura a entrada para o Arquivo Wermelinger. URL: staatsarchiv.lu.ch/schaufenster/geschichten/Auswanderung_nach_Nova_Friburgo_1819. Colaboradores creditados pelo autor: Theres Omlin Lischer, Gregor Egloff e Stefan Jäggi. LISCHER, Markus. Die Luzerner Auswanderung nach Nova Friburgo in Brasilien 1819. Staatsarchiv Luzern, Schaufenster — Geschichten. Offizielle Seite des Kantonsarchivs, mit am 23. April 2026 aktualisierter Bibliographie, in der die Eintragung des Wermelinger-Archivs erscheint. URL: staatsarchiv.lu.ch/schaufenster/geschichten/Auswanderung_nach_Nova_Friburgo_1819. Vom Autor verdankte Mitarbeit: Theres Omlin Lischer, Gregor Egloff und Stefan Jäggi. LISCHER, Markus. Die Luzerner Auswanderung nach Nova Friburgo in Brasilien 1819. Lucerne State Archives, Schaufenster — Geschichten. Official page of the cantonal archive, with bibliography updated on 23 April 2026, in which the entry for the Wermelinger Archive appears. URL: staatsarchiv.lu.ch/schaufenster/geschichten/Auswanderung_nach_Nova_Friburgo_1819. Acknowledged contributors: Theres Omlin Lischer, Gregor Egloff and Stefan Jäggi.
- HUNKELER, Franz. Carta ao Regierungsrat Vinzenz Hegi de Lucerna, 20 de maio de 1820. Staatsarchiv Luzern, AKT 24/60.A.3. Transcrição: M. Lischer. Edição online: staatsarchiv.lu.ch/.../nova_friburgo_hunkeler. HUNKELER, Franz. Brief an Regierungsrat Vinzenz Hegi in Luzern, 20. Mai 1820. Staatsarchiv Luzern, AKT 24/60.A.3. Transkription: M. Lischer. Online-Edition: staatsarchiv.lu.ch/.../nova_friburgo_hunkeler. HUNKELER, Franz. Letter to Regierungsrat Vinzenz Hegi of Lucerne, 20 May 1820. Lucerne State Archives, AKT 24/60.A.3. Transcription: M. Lischer. Online edition: staatsarchiv.lu.ch/.../nova_friburgo_hunkeler.
- JOST, Johann Baptist. Carta ao Schultheiss Amrhyn de Lucerna, 31 de dezembro de 1825. Staatsarchiv Luzern, AKT 24/60.B.3. Texto integralmente editado em Nicoulin (1973), pp. 296–303. Transcrição e correção online: M. Lischer. Edição online: staatsarchiv.lu.ch/.../nova_friburgo_jost. A entrada nominal sobre Xavier Wermelinger encontra-se na p. 12 da carta, item 12 da seção A. JOST, Johann Baptist. Brief an Schultheiss Amrhyn in Luzern, 31. Dezember 1825. Staatsarchiv Luzern, AKT 24/60.B.3. Vollständig ediert in Nicoulin (1973), S. 296–303. Online-Transkription und Korrektur: M. Lischer. Online-Edition: staatsarchiv.lu.ch/.../nova_friburgo_jost. Der namentliche Eintrag zu Xavier Wermelinger befindet sich auf S. 12 des Briefes, Eintrag 12 in Abschnitt A. JOST, Johann Baptist. Letter to Schultheiss Amrhyn of Lucerne, 31 December 1825. Lucerne State Archives, AKT 24/60.B.3. Fully edited in Nicoulin (1973), pp. 296–303. Online transcription and correction: M. Lischer. Online edition: staatsarchiv.lu.ch/.../nova_friburgo_jost. The named entry on Xavier Wermelinger is on p. 12 of the letter, item 12 of section A.
- RÜTTIMANN, Wendelin. Carta a Eduard Pfyffer, Presidente do Conselho de Polícia de Lucerna, 1825. Staatsarchiv Luzern, AKT 24/60.B.3. Transcrição: M. Lischer. Edição online: staatsarchiv.lu.ch/.../nova_friburgo_ruettimann. RÜTTIMANN, Wendelin. Brief an Eduard Pfyffer, Präsident des Polizei-Rates von Luzern, 1825. Staatsarchiv Luzern, AKT 24/60.B.3. Transkription: M. Lischer. Online-Edition: staatsarchiv.lu.ch/.../nova_friburgo_ruettimann. RÜTTIMANN, Wendelin. Letter to Eduard Pfyffer, President of the Lucerne Police Council, 1825. Lucerne State Archives, AKT 24/60.B.3. Transcription: M. Lischer. Online edition: staatsarchiv.lu.ch/.../nova_friburgo_ruettimann.
- Simon Wermelinger, genealógista do ramo Triengen, baseado em Triengen, Cantão de Lucerna, com quem o autor mantém correspondência regular sobre genealogia da família. Simon Wermelinger, Genealoge des Trienger Zweigs, mit Sitz in Triengen, Kanton Luzern, mit dem der Verfasser regelmässigen Schriftwechsel zur Familiengenealogie unterhält. Simon Wermelinger, genealogist of the Triengen branch, based in Triengen, Canton of Lucerne, with whom the author maintains regular correspondence on family genealogy.
Fontes primárias citadas Zitierte Primärquellen Primary sources cited
- Nahmens-Verzeichnis der nach Brasilien ausgewanderten Individuen des Kantons Luzern, 1819. Staatsarchiv Luzern, BF 52. Original digitalizado: dls.staatsarchiv.lu.ch/records/1138120. Transcrição online: M. Lischer.
- HUNKELER, Franz. Carta ao Regierungsrat Hegi, Lucerna, 20 de maio de 1820. Staatsarchiv Luzern, AKT 24/60.A.3.
- JOST, Johann Baptist. Carta ao Schultheiss Amrhyn, Lucerna, 31 de dezembro de 1825. Staatsarchiv Luzern, AKT 24/60.B.3.
- RÜTTIMANN, Wendelin. Carta a Eduard Pfyffer, Lucerna, 1825. Staatsarchiv Luzern, AKT 24/60.B.3.
Fontes secundárias e referência Sekundär- und Referenzquellen Secondary and reference sources
- LISCHER, Markus. Die Luzerner Auswanderung nach Nova Friburgo in Brasilien 1819. Staatsarchiv Luzern, Schaufenster. staatsarchiv.lu.ch/schaufenster/geschichten/Auswanderung_nach_Nova_Friburgo_1819.
- NICOULIN, Martin. La genèse de Nova Friburgo. Emigration et colonisation suisse au Brésil 1817–1827. Fribourg, 1973. Edição brasileira: A Gênese de Nova Friburgo. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 1995.
- LIMA ABIB, Alberto. A família Wermelinger: uma aventura em dois continentes (a imigração suíça de 1819/1820). Nova Friburgo, 2000. ISBN 85-901466-1-8. Acervo do Staatsarchiv Luzern (G.h 37) e do Arquivo Wermelinger.
- BUCHER-HÄFLIGER, Josef. Rottaler finden in Brasilien eine neue Heimat: aus Fischbach und Grossdietwil zogen im Jahre 1819 23 Personen aus. In: Willisauer Bote, WB Woche, 23 de maio de 1997.
- WEIBEL-KNUPP, Anita. Schweizer Auswanderung nach Brasilien 1819. In: Familienforschung Schweiz / Généalogie suisse, vol. 42 (2015), pp. 223–268. E-Periodica.
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