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quarta-feira, 1 de julho de 2026

O brasão que me corrigiu três vezes

Crônica · Heráldica · Willisau Chronik · Heraldik · Willisau Chronicle · Heraldry · Willisau

Duas tradições brasileiras, dez escudos suíços, e uma investigação que errou três vezes antes de acertar Zwei brasilianische Überlieferungen, zehn Schweizer Schilde, und eine Untersuchung, die dreimal irrte, bevor sie traf Two Brazilian traditions, ten Swiss shields, and an inquiry that erred three times before getting it right

„In Gold über grünem Dreiberg schwarzes Hauszeichen, beseitet von zwei achtstrahligen roten Sternen und überhöht von roter Lilie.“ „In Gold über grünem Dreiberg schwarzes Hauszeichen, beseitet von zwei achtstrahligen roten Sternen und überhöht von roter Lilie.“ „In Gold über grünem Dreiberg schwarzes Hauszeichen, beseitet von zwei achtstrahligen roten Sternen und überhöht von roter Lilie.“ Blasão da variante de Willisau-Land, Willisau-Stadt e Wolhusen — coleção wappensammlung.ch, fonte: Staatsarchiv Luzern[2] Blasonierung der Variante Willisau-Land, Willisau-Stadt und Wolhusen — Sammlung wappensammlung.ch, Quelle: Staatsarchiv Luzern[2] Blazon of the Willisau-Land, Willisau-Stadt and Wolhusen variant — wappensammlung.ch collection, source: Staatsarchiv Luzern[2]

Nota de método Methodische Anmerkung Note on method

Esta crônica registra uma investigação, incluindo os erros dela. Não dá razão a nenhum dos lados de uma antiga divergência familiar; parte das duas tradições que se preservaram no Brasil e do que as fontes suíças permitem afirmar. Separa três camadas: fatos documentados (as dez fichas catalogadas, o levantamento de Häfliger de 1923, a resposta institucional do Staatsarchiv Luzern de 23 de abril de 2026); tradição e interpretação (as datas de 1575 e 1698, as atribuições da flor de lis e das estrelas a figuras familiares); e lacunas honestas (a datação de cada variante, a origem do sinal e a genealogia gráfica entre as marcas das comunas). Onde há prova, afirma. Onde há tradição, avisa. Onde a pesquisa segue aberta, deixa a porta aberta. Diese Chronik hält eine Untersuchung fest, einschliesslich ihrer Irrtümer. Sie gibt keiner Seite einer alten Familienmeinungsverschiedenheit recht; sie geht von den zwei in Brasilien bewahrten Überlieferungen aus und von dem, was die Schweizer Quellen zu sagen erlauben. Sie trennt drei Ebenen: dokumentierte Tatsachen (die zehn katalogisierten Karteikarten, Häfligers Zusammenstellung von 1923, die institutionelle Antwort des Staatsarchivs Luzern vom 23. April 2026); Überlieferung und Deutung (die Jahreszahlen 1575 und 1698, die Zuschreibung von Lilie und Sternen an Gestalten der Familientradition); und ehrliche Lücken (die Datierung der einzelnen Varianten, die Herkunft des Zeichens und die grafische Genealogie der Marken zwischen den Gemeinden). Wo Beleg besteht, wird behauptet. Wo Überlieferung vorliegt, wird gewarnt. Wo die Forschung offen ist, bleibt die Tür offen. This chronicle records an inquiry, including its errors. It sides with neither party of an old family disagreement; it starts from the two traditions preserved in Brazil and from what the Swiss sources allow to be stated. It separates three layers: documented facts (the ten catalogued cards, Häfliger's 1923 survey, the institutional reply of the Staatsarchiv Luzern of 23 April 2026); tradition and interpretation (the dates 1575 and 1698, the attribution of the fleur-de-lis and the stars to family figures); and honest gaps (the dating of each variant, the origin of the sign, and the graphic genealogy of the marks across the municipalities). Where there is proof, it states. Where there is tradition, it says so. Where research remains open, it leaves the door open.

Entre os descendentes brasileiros de Xaver Wermelinger, o torneiro de Willisau que embarcou em 1819, existe há décadas uma pergunta que divide mesas de almoço: qual é o verdadeiro brasão da família? Uma tradição defende a versão ornamentada, com flor de lis vermelha e duas estrelas, chegada ao Brasil no ano 2000 por cópia do arquivo de Lucerna[8]. Outra guarda uma versão simples, sem flor e sem estrelas, trazida da Suíça em mãos por volta de 1968[9]. Cada lado tem a sua peça, a sua data e a sua certeza.

Eu entrei nessa história querendo dar o veredito. Saí dela corrigido três vezes. E como cada correção me aproximou mais da verdade do que a resposta que eu procurava, conto a investigação como ela foi: pelos erros.

Primeiro erro: achar que eram dois

Minha primeira convicção era a mesma da família: que havia dois brasões em disputa, e que um deles tinha de ser o certo. Bastou abrir a coleção de brasões familiares suíços para essa moldura ruir. Os Wermelinger não figuram lá com um escudo, nem com dois. Figuram com nove fichas na coleção do Staatsarchiv de Lucerna, uma para cada grupo de comunas onde a família se enraizou: Willisau e Wolhusen; Alberswil e Hergiswil; Ruswil e Sempach; Buttisholz; Schenkon, Sursee e Triengen; Entlebuch e suas vizinhas; Ebersecken, Nebikon e Reiden; Egolzwil; Gelfingen, Kriens e Horw. E ainda uma décima entrada, de Wolhusen, registrada numa outra fonte, de 1955[1]. A cor do campo muda de região para região: ouro, vermelho, verde, azul. O monte de três cimos aparece na maioria, falta em algumas. As estrelas surgem em umas, não em outras.

A disputa brasileira, que parecia um duelo, era na verdade um fragmento minúsculo de uma constelação. Não havia trono para dois pretendentes. Havia um cantão inteiro de variantes, e nenhuma delas se apresentava como a matriz das outras.

Segundo erro: achar que a marca era uma só

Corrigido o número, agarrei-me a um padrão que parecia salvar a ideia de unidade: em todas as variantes havia, no centro, uma marca preta. Escrevi, com a pressa de quem encontra o que procurava, que essa marca era idêntica em todas, o elo de tudo, o mesmo traço repetido nove vezes.

Não é. Foi preciso pôr as fichas lado a lado, e foi um olhar mais paciente que o meu que notou primeiro: o sinal central muda de desenho conforme a comuna. Na variante de Buttisholz, a que reproduz a pintura da capela de Soppensee, o que se vê é uma figura de braços alargados que qualquer um leria como uma cruz[4]. Na variante de Willisau, a nossa, o sinal é um traço geométrico, anguloso, sem leitura de cruz nenhuma. Não é um carimbo repetido. São desenhos diferentes.

Aqui a investigação podia ter se despedaçado, porque se nem a marca é a mesma, o que sobra de comum? Duas coisas a recompuseram. A primeira veio do próprio catálogo: a coleção descreve o sinal de Buttisholz, o de aparência de cruz, com a mesma palavra que usa para todos os outros, Hauszeichen, marca de casa. Para o arquivo, as dez entradas portam um só tipo de sinal, ainda que desenhado de dez maneiras[1]. A segunda veio da teoria heráldica, e com elegância: uma marca de casa organiza-se em torno de uma haste vertical, à qual se somam travessas, escoras e remates, e pode, sim, assumir forma de cruz sem por isso ser um símbolo religioso. Mais revelador ainda: acrescentar ou suprimir um único traço era, historicamente, o modo de diferenciar a mesma marca entre ramos e localidades[7]. Um genealogista suíço, comparando as fichas, observou exatamente isso: a variante de Buttisholz é a de Ruswil com um traço a menos[6]. O que parecia refutar a unidade era, afinal, o próprio mecanismo dela. As marcas não são idênticas porque nunca precisaram ser: cada casa, cada aldeia, riscava a sua diferença sobre o fundo comum.

Terceiro erro: quase coroar a forma simples

A essa altura, confesso, eu me inclinava para um veredito. A forma simples, sem flor e sem estrelas, a da peça de 1968, parecia a vencedora moral da história: mais próxima da marca nua, mais antiga em espírito, mais fiel a uma família que, ao que indicam as fontes, era de ofício e de terra, não de nobreza titulada. Cheguei a escrever que o brasão verdadeiro era ela.

A coleção me corrigiu pela terceira vez. Entre todas as variantes catalogadas, a flor de lis aparece exclusivamente no grupo de Willisau e Wolhusen. Vermelha, na ficha do Staatsarchiv para Willisau-Land, Willisau-Stadt e Wolhusen. Azul, na entrada de Wolhusen registrada na fonte de 1955[3]. As duas únicas flores de lis conhecidas em toda a constelação Wermelinger pertencem, ambas, ao nosso grupo de comunas. A flor de lis, que eu estava prestes a descartar como enfeite tardio, não é um adorno genérico nem uma invenção brasileira: é, segundo as fontes, o sinal que distingue o ramo de Willisau e Wolhusen de todos os outros. Precisamente a nossa origem. Para a nossa linhagem, ela tem nome e endereço.

A surpresa que desarmou tudo

Restava um último lance, e ele veio de onde eu menos esperava: da releitura da própria fonte brasileira do lado ornamentado. O capítulo heráldico que acompanha a obra de referência da família, publicada em 2000, diz com todas as letras que a versão primitiva da armaria, usada desde o século XV em Ebersecken, Egolzwil, Entlebuch, Gelfingen, Hasle, Hergiswil, Ruswil, Triengen e Willisau-Land, limitava-se à marca familiar preta sobre o monte verde, em campo dourado, e que a flor de lis e as estrelas foram acrescentadas muitos anos depois, em honra de figuras da tradição familiar[8].

Leia de novo, devagar. A fonte que sustenta o brasão ornamentado afirma, ela mesma, que a forma simples é a primitiva e comum a várias comunas, e que os ornamentos são posteriores. Ou seja: as duas tradições brasileiras, lidas com cuidado, já concordavam desde sempre na estrutura. Uma guardava a raiz que a outra descrevia como ponto de partida; a outra guardava a variante específica que a primeira portava sem saber o quanto era nossa. A briga durou décadas não porque as teses fossem incompatíveis, mas porque cada lado tomava a sua camada pelo todo, sem ler até o fim o que o outro tinha nas mãos.

O que se provou, e o que segue aberto

Para que ninguém tome esta crônica por mais do que ela é, deixo a contabilidade à vista.

Sobre as variantes: são dez as catalogadas, não duas. E a flor de lis é exclusiva do grupo Willisau-Wolhusen[1].

Sobre o catálogo: todos os sinais centrais são classificados como Hauszeichen, ainda que os desenhos variem. A coleção de Lucerna é obra do século XX, redesenhada por um arquivista. A própria ficha traz a ressalva ohne Gewähr, keine amtliche Registrierung, sem garantia, sem registro oficial. E a página do Staatsarchiv apresenta a maioria dos brasões lucernenses como criações dos séculos XIX e XX[5].

Sobre as pessoas e as datas: a legenda Weibel zu Wolhusen, 1698 remete a alguém concreto, Joducus Wermelinger, oficial de justiça em Wolhusen naquele ano. Não a uma concessão heráldica[5]. E o próprio Staatsarchiv, em resposta institucional de 23 de abril de 2026, definiu o sinal como abstraktes Sippenzeichen, signo de clã abstrato, e confirmou as Heimatgemeinden da nossa linha: Willisau-Land, Willisau-Stadt e Wolhusen[10].

Sobre as cartas de armas: o levantamento clássico de Häfliger reúne vinte e oito, em quatro séculos, todas concedidas por soberanos estrangeiros, quase sempre a patrícios da cidade e a militares de projeção. De Willisau, somente a família Herport recebeu uma. Nenhum Wermelinger aparece. Até onde a documentação hoje conhecida permite afirmar, não existe carta de armas que tenha concedido oficialmente brasão algum a esta família[11].

E segue aberto o resto, dito com todas as letras. As datas que circulam no Brasil, 1575 de um lado, 1698 de outro, não aparecem nas fontes como datas de concessão; a de 1575 refere-se, ao que tudo indica, a uma capela, e a de 1698 é legenda manuscrita num desenho do século XX[12]. A origem do sinal, a datação de cada variante e a genealogia gráfica exata entre as marcas das diferentes comunas seguem em investigação junto ao Staatsarchiv de Lucerna e a genealogistas suíços. Quando as respostas chegarem, esta crônica será atualizada, e se for preciso errar uma quarta vez e corrigir de novo, será corrigida.

O que fica

Fica a lição que os três erros ensinaram, cada um a sua parte.

O primeiro erro ensinou que a pergunta „qual dos dois" já nascia errada: a história não guardou um brasão, guardou uma dispersão. O segundo ensinou que a unidade da família não está num desenho idêntico, porque nem o desenho é idêntico: está na categoria comum do sinal e no costume, partilhado por todas as casas, de riscar uma marca e chamá-la de sua. O terceiro ensinou que nenhuma das duas tradições brasileiras errou: as duas carregaram, por meio século, camadas verdadeiras e complementares da mesma herança, uma a variante do nosso grupo de comunas, com a flor de lis que só existe ali, a outra a marca do tronco. E a releitura das fontes ensinou o arremate: os dois lados já concordavam, por escrito, sem que ninguém tivesse notado.

Os Wermelinger não têm um brasão que um rei lhes deu. Têm algo que precisa de rei nenhum: uma marca que cada aldeia desenhou à sua maneira, que uma capela guardou numa parede, que um arquivo redesenhou num século apressado, que um parente atravessou o oceano para entregar em mãos, e que um livro de família imprimiu com flor e estrelas. Formas diferentes, gesto igual. O gesto de uma gente que, onde quer que fincasse casa, fazia questão de assinar: estivemos aqui. Viemos de algum lugar. E não nos deixamos apagar.

Unter den brasilianischen Nachkommen von Xaver Wermelinger, dem Drechsler aus Willisau, der 1819 auswanderte, gibt es seit Jahrzehnten eine Frage, die Mittagstische spaltet: Welches ist das wahre Wappen der Familie? Eine Überlieferung verteidigt die geschmückte Fassung mit roter Lilie und zwei Sternen, die im Jahr 2000 als Kopie aus dem Luzerner Archiv nach Brasilien kam[8]. Eine andere bewahrt eine schlichte Fassung, ohne Lilie und ohne Sterne, die um 1968 von Hand aus der Schweiz überbracht wurde[9]. Jede Seite hat ihr Stück, ihr Datum und ihre Gewissheit.

Ich bin in diese Geschichte eingetreten, um das Urteil zu fällen. Ich kam dreimal korrigiert heraus. Und da jede Korrektur mich der Wahrheit näher brachte als die Antwort, die ich suchte, erzähle ich die Untersuchung, wie sie war: entlang der Irrtümer.

Erster Irrtum: zu glauben, es seien zwei

Meine erste Überzeugung war dieselbe wie die der Familie: dass zwei Wappen im Streit lagen und eines davon das richtige sein müsse. Es genügte, die Sammlung der Schweizer Familienwappen zu öffnen, damit dieser Rahmen zerfiel. Die Wermelinger erscheinen dort nicht mit einem Schild, auch nicht mit zweien. Sie erscheinen mit neun Karteikarten in der Sammlung des Staatsarchivs Luzern, eine für jede Gruppe von Gemeinden, in der die Familie Wurzeln schlug: Willisau und Wolhusen; Alberswil und Hergiswil; Ruswil und Sempach; Buttisholz; Schenkon, Sursee und Triengen; Entlebuch und seine Nachbarn; Ebersecken, Nebikon und Reiden; Egolzwil; Gelfingen, Kriens und Horw. Und dazu ein zehnter Eintrag, von Wolhusen, verzeichnet in einer anderen Quelle von 1955[1]. Die Schildfarbe wechselt von Region zu Region: Gold, Rot, Grün, Blau. Der Dreiberg erscheint in den meisten, fehlt in einigen. Die Sterne tauchen in manchen auf, in anderen nicht.

Der brasilianische Streit, der wie ein Duell aussah, war in Wahrheit ein winziges Fragment einer Konstellation. Es gab keinen Thron für zwei Anwärter. Es gab einen ganzen Kanton voller Varianten, und keine davon gab sich als Matrix der anderen aus.

Zweiter Irrtum: zu glauben, die Marke sei ein und dieselbe

Nachdem die Zahl berichtigt war, klammerte ich mich an ein Muster, das den Gedanken der Einheit zu retten schien: In allen Varianten stand im Zentrum eine schwarze Marke. Ich schrieb, mit der Eile dessen, der findet, was er sucht, diese Marke sei in allen identisch, das Bindeglied von allem, derselbe Strich, neunmal wiederholt.

Sie ist es nicht. Man musste die Karteikarten nebeneinanderlegen, und es war ein geduldigerer Blick als der meine, der es zuerst bemerkte: das zentrale Zeichen ändert seine Zeichnung je nach Gemeinde. In der Variante von Buttisholz, die das Bild der Soppensee-Kapelle wiedergibt, sieht man eine Figur mit verbreiterten Armen, die jeder als Kreuz lesen würde[4]. In der Willisauer Variante, der unseren, ist das Zeichen ein geometrischer, winkliger Strich, ohne jede Kreuzlesart. Kein wiederholter Stempel. Verschiedene Zeichnungen.

Hier hätte die Untersuchung zerbrechen können: Wenn nicht einmal die Marke dieselbe ist, was bleibt dann gemeinsam? Zwei Dinge fügten sie wieder zusammen. Das erste kam aus dem Katalog selbst: Die Sammlung beschreibt das Zeichen von Buttisholz, das kreuzähnliche, mit demselben Wort wie alle anderen, Hauszeichen. Für das Archiv tragen die zehn Einträge einen einzigen Zeichentyp, wenn auch auf zehn Arten gezeichnet[1]. Das zweite kam aus der heraldischen Theorie, und zwar mit Eleganz: Eine Hausmarke organisiert sich um einen senkrechten Schaft, dem sich Sprossen, Streben und Abschlüsse anfügen, und sie kann durchaus Kreuzform annehmen, ohne deshalb ein religiöses Symbol zu sein. Noch aufschlussreicher: einen einzigen Strich hinzuzufügen oder wegzulassen war historisch die Art, dieselbe Marke zwischen Zweigen und Ortschaften zu unterscheiden[7]. Ein Schweizer Genealoge, der die Karten verglich, beobachtete genau dies: Die Buttisholzer Variante ist die Ruswiler mit einem Strich weniger[6]. Was die Einheit zu widerlegen schien, war am Ende ihr eigener Mechanismus. Die Marken sind nicht identisch, weil sie es nie sein mussten: Jedes Haus, jedes Dorf ritzte seinen Unterschied auf den gemeinsamen Grund.

Dritter Irrtum: beinahe die schlichte Form zu krönen

An diesem Punkt, ich gestehe es, neigte ich zu einem Urteil. Die schlichte Form, ohne Lilie und ohne Sterne, die des Stücks von 1968, schien die moralische Siegerin der Geschichte: näher an der blossen Marke, älter im Geist, treuer einer Familie, die, soweit die Quellen es anzeigen, dem Handwerk und dem Land angehörte, nicht dem titulierten Adel. Ich schrieb bereits, das wahre Wappen sei sie.

Die Sammlung korrigierte mich zum dritten Mal. Unter allen katalogisierten Varianten erscheint die Lilie ausschliesslich in der Gruppe Willisau und Wolhusen. Rot, auf der Karteikarte des Staatsarchivs für Willisau-Land, Willisau-Stadt und Wolhusen. Blau, im Wolhusener Eintrag der Quelle von 1955[3]. Die zwei einzigen bekannten Lilien der ganzen Wermelinger-Konstellation gehören beide zu unserer Gemeindegruppe. Die Lilie, die ich als späten Zierrat beinahe verworfen hätte, ist kein beliebiges Ornament und keine brasilianische Erfindung: Sie ist, den Quellen nach, das Zeichen, das den Zweig von Willisau und Wolhusen von allen anderen unterscheidet. Genau unsere Herkunft. Für unsere Linie hat sie Namen und Adresse.

Die Überraschung, die alles entwaffnete

Ein letzter Zug blieb, und er kam von dort, wo ich ihn am wenigsten erwartete: aus der Wiederlektüre der brasilianischen Quelle der geschmückten Seite. Das heraldische Kapitel des Referenzwerks der Familie, erschienen im Jahr 2000, sagt in aller Deutlichkeit, dass die ursprüngliche Fassung des Wappens, seit dem 15. Jahrhundert in Ebersecken, Egolzwil, Entlebuch, Gelfingen, Hasle, Hergiswil, Ruswil, Triengen und Willisau-Land gebraucht, sich auf die schwarze Familienmarke über dem grünen Berg in goldenem Feld beschränkte, und dass Lilie und Sterne viele Jahre später hinzukamen, zu Ehren von Gestalten der Familientradition[8].

Man lese es noch einmal, langsam. Die Quelle, die das geschmückte Wappen stützt, erklärt selbst, die schlichte Form sei die ursprüngliche und mehreren Gemeinden gemeinsame, die Ornamente kämen später. Das heisst: Die zwei brasilianischen Überlieferungen stimmten, genau gelesen, in der Struktur seit jeher überein. Die eine bewahrte die Wurzel, welche die andere als Ausgangspunkt beschrieb; die andere bewahrte die spezifische Variante, welche die erste trug, ohne zu wissen, wie sehr sie die unsere war. Der Streit dauerte Jahrzehnte, nicht weil die Thesen unvereinbar waren, sondern weil jede Seite ihre Schicht für das Ganze nahm, ohne zu Ende zu lesen, was die andere in den Händen hielt.

Was bewiesen ist, und was offen bleibt

Damit niemand diese Chronik für mehr nimmt, als sie ist, lege ich die Bilanz offen.

Zu den Varianten: Katalogisiert sind zehn, nicht zwei. Und die Lilie ist der Gruppe Willisau-Wolhusen vorbehalten[1].

Zum Katalog: Alle zentralen Zeichen werden als Hauszeichen klassifiziert, auch wenn die Zeichnungen variieren. Die Luzerner Sammlung ist ein Werk des 20. Jahrhunderts, neu gezeichnet von einem Archivar. Die Karteikarte selbst trägt den Vorbehalt ohne Gewähr, keine amtliche Registrierung. Und die Seite des Staatsarchivs stellt die meisten Luzerner Familienwappen als Schöpfungen des 19. und 20. Jahrhunderts dar[5].

Zu den Personen und Daten: Die Legende Weibel zu Wolhusen, 1698 verweist auf jemanden Konkreten, Joducus Wermelinger, in jenem Jahr Weibel in Wolhusen. Nicht auf eine heraldische Verleihung[5]. Und das Staatsarchiv selbst hat in einer institutionellen Antwort vom 23. April 2026 das Zeichen als abstraktes Sippenzeichen bestimmt und die Heimatgemeinden unserer Linie bestätigt: Willisau-Land, Willisau-Stadt und Wolhusen[10].

Zu den Wappenbriefen: Häfligers klassische Zusammenstellung umfasst achtundzwanzig, über vier Jahrhunderte, alle von ausländischen Fürsten verliehen, fast immer an Patrizier der Stadt und an Militärs von Rang. Aus Willisau erhielt einzig die Familie Herport einen. Kein Wermelinger erscheint. Soweit die heute bekannte Dokumentation zu sagen erlaubt, existiert kein Wappenbrief, der dieser Familie je offiziell ein Wappen verliehen hätte[11].

Und offen bleibt der Rest, in aller Deutlichkeit gesagt. Die in Brasilien kursierenden Jahreszahlen, 1575 auf der einen, 1698 auf der anderen Seite, erscheinen in den Quellen nicht als Verleihungsdaten; 1575 bezieht sich allem Anschein nach auf eine Kapelle, und 1698 ist eine handschriftliche Legende auf einer Zeichnung des 20. Jahrhunderts[12]. Die Herkunft des Zeichens, die Datierung jeder Variante und die genaue grafische Genealogie zwischen den Marken der Gemeinden werden weiter beim Staatsarchiv Luzern und bei Schweizer Genealogen untersucht. Wenn die Antworten eintreffen, wird diese Chronik aktualisiert, und sollte ein viertes Mal geirrt und erneut korrigiert werden müssen, so wird korrigiert.

Was bleibt

Es bleibt die Lehre, die die drei Irrtümer erteilten, jeder seinen Teil.

Der erste Irrtum lehrte, dass die Frage „welches von beiden" schon falsch geboren war: Die Geschichte bewahrte kein Wappen, sie bewahrte eine Streuung. Der zweite lehrte, dass die Einheit der Familie nicht in einer identischen Zeichnung liegt, denn nicht einmal die Zeichnung ist identisch: Sie liegt in der gemeinsamen Kategorie des Zeichens und im Brauch, den alle Häuser teilten, eine Marke zu ritzen und sie die ihre zu nennen. Der dritte lehrte, dass keine der zwei brasilianischen Überlieferungen irrte: Beide trugen ein halbes Jahrhundert lang wahre und einander ergänzende Schichten desselben Erbes, die eine die Variante unserer Gemeindegruppe mit der Lilie, die es nur dort gibt, die andere die Marke des Stammes. Und die Wiederlektüre der Quellen lehrte den Schlussstein: Beide Seiten stimmten schriftlich überein, ohne dass es jemand bemerkt hätte.

Die Wermelinger haben kein Wappen, das ein König ihnen gab. Sie haben etwas, das keinen König braucht: eine Marke, die jedes Dorf auf seine Weise zeichnete, die eine Kapelle an einer Wand bewahrte, die ein Archiv in einem eiligen Jahrhundert neu zeichnete, die ein Verwandter über den Ozean trug, um sie von Hand zu übergeben, und die ein Familienbuch mit Lilie und Sternen druckte. Verschiedene Formen, gleiche Geste. Die Geste von Leuten, die, wo immer sie Haus fassten, darauf bestanden zu unterschreiben: Wir waren hier. Wir kommen von irgendwoher. Und wir haben uns nicht auslöschen lassen.

Among the Brazilian descendants of Xaver Wermelinger, the turner from Willisau who set sail in 1819, there has been for decades a question that divides lunch tables: which is the true coat of arms of the family? One tradition defends the ornamented version, with a red fleur-de-lis and two stars, which reached Brazil in the year 2000 as a copy from the Lucerne archive[8]. Another keeps a plain version, without lily and without stars, carried by hand from Switzerland around 1968[9]. Each side has its piece, its date and its certainty.

I entered this story meaning to deliver the verdict. I came out of it corrected three times. And since each correction brought me closer to the truth than the answer I was looking for, I tell the inquiry as it was: by its errors.

First error: thinking there were two

My first conviction was the same as the family's: that two coats of arms were in dispute, and that one of them had to be the right one. It took no more than opening the collection of Swiss family arms for that frame to collapse. The Wermelingers do not figure there with one shield, nor with two. They figure with nine cards in the collection of the Staatsarchiv of Lucerne, one for each group of municipalities where the family took root: Willisau and Wolhusen; Alberswil and Hergiswil; Ruswil and Sempach; Buttisholz; Schenkon, Sursee and Triengen; Entlebuch and its neighbours; Ebersecken, Nebikon and Reiden; Egolzwil; Gelfingen, Kriens and Horw. And a tenth entry besides, from Wolhusen, recorded in another source, of 1955[1]. The field colour changes from region to region: gold, red, green, blue. The three-peaked mount appears in most, is missing in some. The stars turn up in some, not in others.

The Brazilian dispute, which looked like a duel, was in truth a tiny fragment of a constellation. There was no throne for two pretenders. There was a whole canton of variants, and none of them presented itself as the matrix of the others.

Second error: thinking the mark was one and the same

With the number corrected, I clung to a pattern that seemed to rescue the idea of unity: in all the variants there was, at the centre, a black mark. I wrote, with the haste of one who finds what he was seeking, that this mark was identical in all, the link of everything, the same stroke repeated nine times.

It is not. It took laying the cards side by side, and it was a more patient eye than mine that noticed it first: the central sign changes its drawing from one municipality to the next. In the Buttisholz variant, the one reproducing the painting in the Soppensee chapel, what one sees is a figure with widened arms that anyone would read as a cross[4]. In the Willisau variant, ours, the sign is a geometric, angular stroke, with no cross reading at all. Not a repeated stamp. Different drawings.

Here the inquiry could have fallen to pieces, for if not even the mark is the same, what remains in common? Two things put it back together. The first came from the catalogue itself: the collection describes the Buttisholz sign, the cross-looking one, with the same word it uses for all the others, Hauszeichen, house mark. For the archive, the ten entries bear a single type of sign, though drawn in ten ways[1]. The second came from heraldic theory, and with elegance: a house mark organises itself around a vertical shaft, to which crossbars, struts and finials are added, and it may indeed take the form of a cross without thereby being a religious symbol. More revealing still: adding or removing a single stroke was, historically, the way of differentiating the same mark between branches and localities[7]. A Swiss genealogist, comparing the cards, observed exactly this: the Buttisholz variant is the Ruswil one with one stroke fewer[6]. What seemed to refute the unity was, after all, its very mechanism. The marks are not identical because they never needed to be: each house, each village, scored its difference upon the common ground.

Third error: almost crowning the plain form

By this point, I confess, I was leaning towards a verdict. The plain form, without lily and without stars, that of the 1968 piece, seemed the moral winner of the story: closer to the bare mark, older in spirit, truer to a family that, as far as the sources indicate, belonged to craft and land, not to titled nobility. I had already written that the true coat of arms was this one.

The collection corrected me for the third time. Among all the catalogued variants, the fleur-de-lis appears exclusively in the Willisau and Wolhusen group. Red, on the Staatsarchiv card for Willisau-Land, Willisau-Stadt and Wolhusen. Blue, in the Wolhusen entry recorded in the source of 1955[3]. The only two fleurs-de-lis known in the whole Wermelinger constellation both belong to our group of municipalities. The lily, which I was about to discard as a late embellishment, is neither a generic ornament nor a Brazilian invention: it is, according to the sources, the sign that distinguishes the Willisau and Wolhusen branch from all others. Precisely our origin. For our line, it has a name and an address.

The surprise that disarmed everything

One last move remained, and it came from where I least expected it: from rereading the Brazilian source of the ornamented side itself. The heraldic chapter accompanying the family's work of reference, published in 2000, states in so many words that the primitive version of the arms, used since the fifteenth century in Ebersecken, Egolzwil, Entlebuch, Gelfingen, Hasle, Hergiswil, Ruswil, Triengen and Willisau-Land, was limited to the black family mark above the green mount, in a golden field, and that the fleur-de-lis and the stars were added many years later, in honour of figures of family tradition[8].

Read it again, slowly. The source that upholds the ornamented coat of arms itself affirms that the plain form is the primitive one, common to several municipalities, and that the ornaments came later. That is: the two Brazilian traditions, read with care, had agreed on the structure all along. One kept the root that the other described as the starting point; the other kept the specific variant that the first carried without knowing how much it was ours. The quarrel lasted decades not because the theses were incompatible, but because each side took its layer for the whole, without reading to the end what the other held in its hands.

What is proven, and what remains open

So that no one takes this chronicle for more than it is, I lay the accounting in plain view.

On the variants: ten are catalogued, not two. And the fleur-de-lis is exclusive to the Willisau-Wolhusen group[1].

On the catalogue: all the central signs are classified as Hauszeichen, though the drawings vary. The Lucerne collection is a work of the twentieth century, redrawn by an archivist. The card itself bears the caveat ohne Gewähr, keine amtliche Registrierung, without guarantee, no official registration. And the Staatsarchiv's page presents most Lucerne family arms as creations of the nineteenth and twentieth centuries[5].

On the people and the dates: the caption Weibel zu Wolhusen, 1698 refers to someone concrete, Joducus Wermelinger, officer of justice in Wolhusen in that year. Not to a heraldic grant[5]. And the Staatsarchiv itself, in an institutional reply of 23 April 2026, defined the sign as an abstraktes Sippenzeichen, an abstract clan sign, and confirmed the home municipalities of our line: Willisau-Land, Willisau-Stadt and Wolhusen[10].

On the grants of arms: Häfliger's classic survey gathers twenty-eight, across four centuries, all conferred by foreign sovereigns, almost always upon city patricians and soldiers of standing. From Willisau, only the Herport family received one. No Wermelinger appears. As far as the documentation known today allows one to state, no letter of arms exists that ever officially granted a coat of arms to this family[11].

And the rest remains open, said in so many words. The dates circulating in Brazil, 1575 on one side, 1698 on the other, do not appear in the sources as dates of a grant; 1575 refers, by every indication, to a chapel, and 1698 is a handwritten caption on a twentieth-century drawing[12]. The origin of the sign, the dating of each variant and the exact graphic genealogy between the marks of the different municipalities remain under investigation with the Staatsarchiv of Lucerne and with Swiss genealogists. When the answers arrive, this chronicle will be updated, and should it be necessary to err a fourth time and correct again, corrected it will be.

What remains

What remains is the lesson the three errors taught, each its part.

The first error taught that the question "which of the two" was born wrong: history did not keep one coat of arms, it kept a dispersion. The second taught that the family's unity does not lie in an identical drawing, for not even the drawing is identical: it lies in the common category of the sign and in the custom, shared by all the houses, of scoring a mark and calling it their own. The third taught that neither of the two Brazilian traditions was wrong: both carried, for half a century, true and complementary layers of the same inheritance, one the variant of our group of municipalities, with the fleur-de-lis that exists only there, the other the mark of the trunk. And the rereading of the sources taught the capstone: the two sides had agreed, in writing, without anyone having noticed.

The Wermelingers have no coat of arms that a king gave them. They have something that needs no king: a mark that each village drew in its own way, that a chapel kept on a wall, that an archive redrew in a hurried century, that a relative carried across the ocean to hand over in person, and that a family book printed with lily and stars. Different forms, the same gesture. The gesture of a people who, wherever they made a home, insisted on signing: we were here. We came from somewhere. And we did not let ourselves be erased.

As dez variantes, lado a lado Die zehn Varianten im Vergleich The ten variants, side by side

Wappen Wermelinger von Alberswil und Hergiswil
Alberswil · Hergiswil Em ouro, sobre monte de três cimos verde, Hauszeichen preto. In Gold über grünem Dreiberg schwarzes Hauszeichen. In gold, over a green three-peaked mount, a black Hauszeichen.
Wappen Wermelinger von Buttisholz
Buttisholz Em vermelho, Hauszeichen preto. Imagem da capela de Soppensee. In Rot schwarzes Hauszeichen. Familienbild in der Kapelle Soppensee. In red, a black Hauszeichen. Family image in the Soppensee chapel.
Wappen Wermelinger von Ebersecken, Nebikon und Reiden
Ebersecken · Nebikon · Reiden Em ouro, monte verde, Hauszeichen preto e duas estrelas vermelhas de oito pontas. In Gold über grünem Dreiberg schwarzes Hauszeichen, beseitet von zwei achtstrahligen roten Sternen. In gold, green mount, black Hauszeichen and two red eight-pointed stars.
Wappen Wermelinger von Egolzwil
Egolzwil Em ouro, monte verde, Hauszeichen preto acompanhado de duas estrelas vermelhas. In Gold über grünem Dreiberg schwarzes Hauszeichen, begleitet von zwei roten Sternen. In gold, green mount, black Hauszeichen accompanied by two red stars.
Wappen Wermelinger von Entlebuch, Hasle, Littau, Malters, Romoos und Schwarzenberg
Entlebuch · Hasle · Littau · Malters · Romoos · Schwarzenberg Em verde, Hauszeichen preto. In Grün schwarzes Hauszeichen. In green, a black Hauszeichen.
Wappen Wermelinger von Gelfingen, Kriens und Horw
Gelfingen · Kriens · Horw Em azul, monte verde, Hauszeichen preto e duas estrelas vermelhas. In Blau über grünem Dreiberg schwarzes Hauszeichen, beseitet von zwei roten Sternen. In blue, green mount, black Hauszeichen and two red stars.
Wappen Wermelinger von Ruswil und Sempach
Ruswil · Sempach Em vermelho, monte verde, Hauszeichen preto. Apontada por um genealogista como candidata a matriz. In Rot über grünem Dreiberg schwarzes Hauszeichen. Von einem Genealogen als mögliche Urform genannt. In red, green mount, black Hauszeichen. Named by a genealogist as a candidate original form.
Wappen Wermelinger von Schenkon, Sursee, Triengen und Wilihof
Schenkon · Sursee · Triengen · Wilihof Em vermelho, monte verde, Hauszeichen preto e duas estrelas de prata. In Rot über grünem Dreiberg schwarzes Hauszeichen, begleitet von zwei silbernen Sternen. In red, green mount, black Hauszeichen and two silver stars.
Wappen Wermelinger von Willisau-Land, Willisau-Stadt und Wolhusen
Willisau-Land · Willisau-Stadt · Wolhusen A variante da nossa linha: ouro, monte verde, Hauszeichen preto, duas estrelas vermelhas e a flor de lis vermelha. A única das nove fichas com a flor de lis. Die Variante unserer Linie: Gold, Dreiberg, schwarzes Hauszeichen, zwei rote Sterne und die rote Lilie. Die einzige der neun Karteikarten mit der Lilie. The variant of our line: gold, green mount, black Hauszeichen, two red stars and the red fleur-de-lis. The only one of the nine cards with the lily.
Wappen Wermelinger von Wolhusen, Quelle 1955
Wolhusen (1955) Décima variante: ouro, monte verde, Hauszeichen preto, duas estrelas de seis pontas e flor de lis azul. Também do nosso grupo de comunas. Zehnte Variante: Gold, Dreiberg, schwarzes Hauszeichen, zwei sechsstrahlige Sterne und blaue Lilie. Ebenfalls aus unserer Gemeindegruppe. Tenth variant: gold, green mount, black Hauszeichen, two six-pointed stars and a blue fleur-de-lis. Also from our group of municipalities.

Crédito e condição das imagens Bildnachweis und Vorbehalt Image credit and condition

Escudos incorporados de wappensammlung.ch, que indica como fontes o Staatsarchiv Luzern e a obra Wappen im Entlebuch (1955). As fichas originais do Staatsarchiv trazem a ressalva ohne Gewähr, keine amtliche Registrierung. A exibição depende da disponibilidade do servidor de origem; a autorização de reprodução junto a wappensammlung.ch encontra-se em curso. Schilde eingebunden von wappensammlung.ch, mit Quellenangabe Staatsarchiv Luzern und Wappen im Entlebuch (1955). Die Originalkarteikarten des Staatsarchivs tragen den Vorbehalt ohne Gewähr, keine amtliche Registrierung. Die Anzeige hängt von der Verfügbarkeit des Ursprungsservers ab; die Reproduktionsgenehmigung bei wappensammlung.ch ist angefragt. Shields embedded from wappensammlung.ch, which cites as sources the Staatsarchiv Luzern and Wappen im Entlebuch (1955). The original Staatsarchiv cards bear the caveat ohne Gewähr, keine amtliche Registrierung. Display depends on the availability of the origin server; reproduction permission from wappensammlung.ch is being sought.

Notas e fontes Anmerkungen und Quellen Notes and sources

  1. Coleção de brasões familiares suíços, wappensammlung.ch, verbete Wermelinger: nove entradas com fonte no Staatsarchiv Luzern e uma décima de Wolhusen com fonte em Wappen im Entlebuch (1955). Página do verbete: wappensammlung.ch, Wehrli-Widmann, p. 7. Páginas de fonte do catálogo: Luzern, Staatsarchiv Luzern e Wappen im Entlebuch, 1955. Todos os sinais centrais são ali descritos como Hauszeichen.
  2. Blasão da variante de Willisau-Land, Willisau-Stadt e Wolhusen, conforme o verbete citado na nota 1: In Gold über grünem Dreiberg schwarzes Hauszeichen beseitet von zwei achtstrahligen, roten Sternen und überhöht von roten Lilie. Fonte indicada: Staatsarchiv Luzern.
  3. Entrada Wermelinger von Wolhusen, fonte Wappen im Entlebuch (1955): In Gold über grünem Dreiberg schwarzes Hauszeichen begleitet von zwei sechsstrahligen, roten Sternen und überhöht von blauen Lilie. As duas únicas flores de lis do conjunto pertencem, portanto, ao grupo Willisau-Wolhusen.
  4. Staatsarchiv Luzern, ficha WH 1/1101.2 (Karteikarte 2209), Familienwappen Wermelinger, Heimatgemeinde Buttisholz, datada 20. Jh. (ca.), com a legenda manuscrita Familienbild in der Kapelle Soppensee. Registro no Digitaler Lesesaal: dls.staatsarchiv.lu.ch/records/1626201.
  5. Staatsarchiv Luzern, ficha WH 1/1101.9 (Karteikarte 2216), Heimatgemeinden Willisau-Land, Willisau-Stadt, Wolhusen, datada 20. Jh. (ca.), legenda Wermelinger, Weibel zu Wolhusen, 1698. A coleção WH 1 foi compilada por J. Gauch e P. X. Weber e desenhada pelo arquivista G. Bachmann nos anos 1940 e 1950; a ficha traz ohne Gewähr, keine amtliche Registrierung. A legenda remete a Joducus (Jost) Wermelinger, nascido em 1659, Weibel em Wolhusen em 1698 (dados em Vorfahren, compilação do ramo Trienger). Registro: dls.staatsarchiv.lu.ch/records/1626208.
  6. Observação de genealogista no Geneal-Forum (SiWe, junho de 2026): a forma de Ruswil e Sempach como candidata a forma original, e a variante de Buttisholz como a mesma marca com um traço a menos. Fio público: geneal-forum.com, tópico Wermelinger von Willisau.
  7. Sobre a estrutura das marcas de casa (haste, travessas, escoras; possibilidade de forma cruciforme; o traço acrescentado ou suprimido como mecanismo de diferenciação entre ramos): HOMEYER, Carl Gustav, Die Haus- und Hofmarken, Berlim, 1870, digitalizado na Bayerische Staatsbibliothek; e verbete Hausmarke (Wikipedia em alemão, consultado em 2026). Fundamentação conceitual geral, sem referência específica aos Wermelinger.
  8. MONNERAT SÓLON DE PONTES, Elio. „O Brasão da Família Wermelinger". In: LIMA ABIB, Alberto. A Família Wermelinger. Nova Friburgo, 2000, cap. II. Descreve a versão primitiva, do século XV, como a marca familiar preta sobre o monte verde em campo dourado, comum às comunas listadas, com flor de lis e estrelas como acréscimos posteriores; registra a cópia do Staatsarchiv obtida por ofício de 16 de maio de 2000 (Dr. Stefan Jäggi) e a pintura pelo ateliê M. Liebich, Einsiedeln. As atribuições da flor a Hans Wermelinger (Ruswil, capela de Buholz) e das estrelas a Caspar Wermelinger (Villmergen, 1656) são tradição narrada nessa fonte, não dado documental.
  9. A versão simples, sem flor e sem estrelas, foi trazida da Suíça por volta de 1968, no contexto do reencontro familiar iniciado em 1962 por correspondência via Embaixada da Suíça (registros do blog da família, 2009; e WERMELINGER, Walter, „Brasão da família Wermelinger em Nova Friburgo, na Praça do Suspiro", afamiliawermelinger.blogspot.com, 24 de abril de 2013). Proveniência escrita mais antiga da peça: pendente.
  10. Staatsarchiv des Kantons Luzern, resposta institucional de 23 de abril de 2026: o sinal é um abstraktes Sippenzeichen; Heimatgemeinden da linha: Willisau-Land, Willisau-Stadt e Wolhusen. Correspondência no acervo do Arquivo Wermelinger.
  11. HÄFLIGER, Josef Anton. „Luzerner Wappen- und Adelsbriefe". Schweizerisches Archiv für Heraldik, vol. 37 (1923), pp. 14-22. DOI 10.5169/seals-745008; texto integral em e-periodica.ch. As 28 cartas e seus emissores estrangeiros: p. 16; a distribuição por localidade, com Willisau representada somente pela família Herport: p. 18.
  12. Sobre 1575 como data da fundação da capela de Santo Erasmo em Buholz (consagrada em 15 de outubro de 1576), e não de uma concessão heráldica, e sobre 1698 como legenda de desenho do século XX: auditoria fato-a-fato do Arquivo Wermelinger (FASE 5, junho de 2026) e o post „O que o brasão não desenha" (1 de maio de 2026, revisado em junho de 2026), nesta mesma trilha.

Fontes primárias e de catálogo Primär- und Katalogquellen Primary and catalogue sources

  • Staatsarchiv Luzern, Familienwappensammlung, Bestand WH 1: fichas WH 1/1101.2 (Buttisholz, Karteikarte 2209) e WH 1/1101.9 (Willisau/Wolhusen, Karteikarte 2216). Desenhos do século XX (Bachmann), ohne Gewähr, keine amtliche Registrierung.
  • Staatsarchiv des Kantons Luzern, resposta institucional de 23 de abril de 2026 (abstraktes Sippenzeichen; Heimatgemeinden Willisau-Land, Willisau-Stadt, Wolhusen). Acervo do Arquivo Wermelinger.
  • wappensammlung.ch, verbete Wermelinger (dez entradas), com fontes no Staatsarchiv Luzern e em Wappen im Entlebuch (1955).

Fontes secundárias densas Dichte Sekundärquellen Dense secondary sources

  • HÄFLIGER, Josef Anton. „Luzerner Wappen- und Adelsbriefe". Schweizerisches Archiv für Heraldik 37 (1923), pp. 14-22. DOI 10.5169/seals-745008.
  • HOMEYER, Carl Gustav. Die Haus- und Hofmarken. Berlim, 1870.
  • SIDLER, Franz. Geschlechter-Buch von Willisau. Heimatkunde des Wiggertals, 1953. DOI 10.5169/seals-718397.

Recepção brasileira Brasilianische Rezeption Brazilian reception

  • MONNERAT SÓLON DE PONTES, Elio. „O Brasão da Família Wermelinger". In: LIMA ABIB, Alberto. A Família Wermelinger. Nova Friburgo, 2000, cap. II.
  • WERMELINGER, Walter. „Brasão da família Wermelinger em Nova Friburgo, na Praça do Suspiro". afamiliawermelinger.blogspot.com, 24 de abril de 2013.

Pendentes Ausstehend Pending

  • Datação das variantes e origem do Hauszeichen: consulta em curso ao Staatsarchiv Luzern. em investigação
  • Proveniência escrita da peça de 1968 (remetente suíço; correspondência de 1962 em diante). pesquisa pendente
  • Autorização de reprodução das imagens junto a wappensammlung.ch. solicitação em curso
Esta crônica passou por auditoria cruzada antes da publicação: cada afirmação tem fonte rastreável na coleção wappensammlung.ch, nas fichas do Staatsarchiv Luzern, no levantamento de Häfliger (1923), na obra de referência da família (2000) ou na resposta institucional do arquivo de abril de 2026. A investigação errou três vezes e registrou os três erros, em vez de escondê-los. Quando as respostas pendentes chegarem, do Staatsarchiv e dos genealogistas suíços, esta versão será substituída por uma revisada, e a correção consignada em nota explícita. É assim que este arquivo trabalha: a história é verificada, não repetida. Diese Chronik durchlief vor der Veröffentlichung eine Kreuzprüfung: jede Aussage ist auf die Sammlung wappensammlung.ch, die Karteikarten des Staatsarchivs Luzern, Häfligers Zusammenstellung (1923), das Referenzwerk der Familie (2000) oder die institutionelle Antwort des Archivs vom April 2026 rückverfolgbar. Die Untersuchung irrte dreimal und verzeichnete die drei Irrtümer, statt sie zu verbergen. Sobald die ausstehenden Antworten eintreffen, vom Staatsarchiv und von Schweizer Genealogen, wird diese Fassung durch eine revidierte ersetzt und die Korrektur ausdrücklich vermerkt. So arbeitet dieses Archiv: Geschichte wird geprüft, nicht wiederholt. This chronicle underwent cross-audit before publication: every statement is traceable to the wappensammlung.ch collection, the cards of the Staatsarchiv Luzern, Häfliger's survey (1923), the family's work of reference (2000), or the archive's institutional reply of April 2026. The inquiry erred three times and recorded the three errors instead of hiding them. When the pending answers arrive, from the Staatsarchiv and from Swiss genealogists, this version will be replaced by a revised one, and the correction expressly noted. That is how this archive works: history is verified, not repeated.
Tiago Torres Wermelinger
Duas Barras, Rio de Janeiro · 1 de julho de 2026
Crônica · Os signos da família
Arquivo Wermelinger — onde a história é verificada, não repetida
Duas Barras, Rio de Janeiro · 1. Juli 2026
Chronik · Die Zeichen der Familie
Wermelinger-Archiv — wo Geschichte geprüft wird, nicht wiederholt
Duas Barras, Rio de Janeiro · 1 July 2026
Chronicle · The signs of the family
Wermelinger Archive — where history is verified, not repeated

Trilingue · PT · DE · EN Dreisprachig · PT · DE · EN Trilingual · PT · DE · EN

sábado, 16 de maio de 2026

Nova Friburgo, 208 anos: a cidade onde a família começou e ainda mora

Crônica · Nova Friburgo · 1818 / 2026 Chronik · Nova Friburgo · 1818 / 2026 Chronicle · Nova Friburgo · 1818 / 2026

208 anos depois do decreto fundador, a cidade onde a família começou e ainda mora 208 Jahre nach dem Gründungsdekret, die Stadt, in der die Familie begann und noch immer wohnt Two hundred and eight years after the founding decree, the city where the family began and still lives

“Havia já longos anos que vivia contente e satisfeito.” „Schon seit langen Jahren lebte er zufrieden und glücklich.“ “He had for many long years now been living content and at peace.” Johann Jakob von Tschudi, sobre Xaver Wermelinger, ancorado por seus 84 anos numa fazenda das cercanias de Nova Friburgo, c. 1861 Johann Jakob von Tschudi, über Xaver Wermelinger, mit 84 Jahren auf einer Fazenda in der Nähe von Nova Friburgo, um 1861 Johann Jakob von Tschudi, on Xaver Wermelinger, eighty-four years old on a farm near Nova Friburgo, c. 1861

Esta crônica trabalha com fontes cruzadas e declara divergências quando existem. As notas completas estão ao final. Diese Chronik arbeitet mit gekreuzten Quellen und vermerkt Abweichungen, wo sie bestehen. Die vollständigen Anmerkungen finden sich am Ende. This chronicle works with cross-referenced sources and declares discrepancies where they exist. Full notes appear at the end.

São 208 anos. Em 16 de maio de 1818, na Quinta da Boa Vista, Dom João VI assinava o decreto que mandava criar, no Morro Queimado, uma colônia de suíços católicos[1]. Cinco dias antes, em 11 de maio, o contrato de imigração já havia sido firmado em Paris entre a Coroa portuguesa e o gruerense Nicolau Sebastião Gachet, que prometera cem famílias católicas e de língua francesa[2]. O contrato seria triplicado em letras e descumprido em quase tudo.

Do outro lado do oceano, naquela primavera de 1818, em Willisau Stadt, no cantão de Lucerna, um homem de quarenta anos não sabia de nada disso. Chamava-se Xaver Wermelinger e era torneiro de ofício[3]. Aprendera a profissão caminhando, como faziam os aprendizes suíços de então, de oficina em oficina pelo norte do cantão. Era casado havia nove anos com Catharina Egli, da fazenda Lingruben no Willisau Land; tê-la-iam batizado de Anna Maria Catharina, em 8 de maio de 1780[4]. Cinco filhos já tinham vindo: Xaver, em 1809; Catharina, em 1811; Joseph, em 1812; Stephan, em 1813; Marianna, em 1816[5]. Um sexto ainda estaria por vir.

O pai de Xaver havia morrido em 5 de fevereiro de 1795, em Turim, a serviço do Regimento Zimmermann[6]. Era assim que os homens de Willisau morriam fora: a soldo dos exércitos católicos europeus, longe de casa. A diferença, para Xaver, seria que dessa vez a família iria junto.

Ele havia sonhado, conta-nos Tschudi, certa vez voltando de uma excursão de aprendiz, que enriqueceria na América[7]. O sonho virou ideia fixa. Quando a propaganda de Gachet chegou ao planalto lucernese, em 1818 e 1819, prometendo terras, animais, isenção de impostos, casa pronta e despesas de viagem pagas pelo rei de Portugal, Xaver foi um dos primeiros do amt a se inscrever.

Em 24 de junho de 1818, mais de um ano antes do embarque, nasceu o sexto filho. Foi batizado Johann Baptiste[8]. Não veria a costa brasileira.

A travessia

Em 4 de julho de 1819 saíram do cantão de Friburgo as primeiras caravanas, com Padre Jacob Joye, vigário de Villaz Saint Pierre, à frente espiritual[9]. Os lucerneses se juntaram pelo caminho. Em 23 de julho, partiram de Basileia, descendo o Reno em barcaças. Em 4 de agosto chegaram a Dordrecht, na Holanda. Esperavam dali a passagem marítima imediata, mas o que houve foi um aufenthalt de sete semanas, em barracas e galpões, às margens de canais infestados de malária[10]. Foi em Dordrecht que viram pela primeira vez, em pessoa, o organizador Niklaus Gachet.

Só em 10 de outubro de 1819 a frota fez-se ao mar, em Den Helder. Sete navios formavam o comboio. O dos lucerneses chamava-se Heureux Voyage, sob comando do capitão holandês Van der Cerer[11]. As fontes divergem sobre os números: Monnerat 1945, baseando-se em Conus 1918 e nos relatórios do Padre Joye, conta 437 passageiros e 40 mortos durante a travessia. A compilação em Freiburger Studien, publicada em 2015, conta 442 e 43, dos quais 13 luzerneses[12]. Em qualquer dos números, perto de uma em cada onze pessoas que embarcaram naquele veleiro não desembarcou viva.

O Heureux Voyage avistou a Madeira em 4 de novembro. Atravessou tempestades. Cruzou o equador. Entrou na baía da Guanabara em 17 de dezembro de 1819, cinco meses depois da partida de Basileia.

Dez dias depois, em torno de 27 de dezembro, a família subiu os Órgãos, em lombo de besta, e alcançou o Morro Queimado[13]. Estava no auge da estação chuvosa. Em algum momento da travessia, em 1819, o pequeno Johann Baptiste morreu em alto mar[14]. Tinha cerca de um ano e meio. Foi o primeiro Wermelinger que o oceano levou.

Pintura ilustrativa da família Wermelinger subindo a Serra dos Órgãos em lombo de besta, sob chuva, em dezembro de 1819, rumo ao Morro Queimado, com as agulhas da serra na névoa ao fundo
A subida da Serra dos Órgãos, dezembro de 1819. A família Wermelinger, em lombo de besta, rumo ao Morro Queimado, no auge da estação chuvosa, junto a outras famílias colonas da Heureux Voyage. Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial (ChatGPT/DALL-E 3, 16 de maio de 2026), em estilo de pintura a óleo na tradição de Rugendas e Debret. Não é documento histórico.

O lote 61

A colônia, então, ainda não existia como cidade. Existia como benção régia no papel, como contrato em Paris e como dezenas de casas de quatro cômodos sem cozinha, levantadas a mando da Coroa para receber os imigrantes[15]. Cozinhava-se ao ar livre ou no próprio quarto. Em 17 de abril de 1820 o Monsenhor Miranda inaugurou solenemente a Vila, com vivas a el-rei e casas iluminadas[16]. Seis dias depois, em 23 de abril, o inspetor reuniu os chefes de família na municipalidade e mandou proceder ao sorteio das terras.

Aos Wermelinger coube o lote 61[17]. Anos depois, ao anotarem a passagem da família pela colônia nos registros de Lucerna, os arquivistas suíços escreveram duas palavras secas: nur simple. Apenas simples. Sem posses. Sem letras. Sem comendas. Apenas o sobrenome, a esposa, sete ou oito crianças e o sonho do aprendiz de torneiro.

Tschudi, quatro décadas mais tarde, descreveria sem rodeios o que tinha sido aquele sorteio:

A algumas das famílias couberam no sorteio terras tão estéreis e pedregosas que nem uma horta era possível cultivar nelas. Tais terras tiveram que ser abandonadas, transferindo-se os colonos para uma das parcelas de reserva. Mais tarde ainda foi necessário efetuarem outras trocas semelhantes. Johann Jakob von Tschudi, Viagem às Províncias do Rio de Janeiro e São Paulo, vol. V (1860/1862), tradução brasileira.[18]

Em 6 de maio de 1822, o Padre Joye escrevia que Nova Friburgo já estava quase deserta[19]. Os colonos estavam no Rio ou indo para Cantagalo, em busca de terras férteis e de café. Em 1825, 605 colonos já haviam abandonado a colônia[20]. De 1.631 suíços instalados, menos de seiscentos permaneceram.

Os que ficaram

Há Wermelinger em Nova Friburgo desde 1819, sem interrupção. É o núcleo do que esta crônica quer dizer.

O terceiro filho do casal, Joseph Wermelinger, nascido em Willisau em 13 de junho de 1812, casou-se com Catharina Josepha Stutz e enraizou o sobrenome Wermelinger na cidade[21]. Joseph viveu oitenta e quatro anos. Morreu em 20 de outubro de 1896, em uma Nova Friburgo já outra, já brasileira, já com mais de meio século de sobreposição luso-brasileira sobre o desenho original da colônia. Dele desce, na linha masculina contínua, a presença do sobrenome Wermelinger em Nova Friburgo até hoje.

A segunda filha, Catharina Wermelinger, nascida em 1 de janeiro de 1811, casou-se com Johann Erthal e ficou também na região. A descendência Erthal-Wermelinger entrelaçou-se às outras famílias helvéticas da serra. A quinta filha, Marianna, nascida em 1 de maio de 1816, casou-se em 31 de julho de 1836 na Matriz de São João Batista, em Nova Friburgo, com François Joseph Monnerat, da família que viera na Daphne[22]. Foi um dos primeiros casamentos da segunda geração nascida na Suíça e casada no Brasil. A descendência Monnerat-Wermelinger também ficou.

As duas brasileiras vieram depois. Maria Margueritte, nascida em 7 de junho de 1821, casou-se com Antoine Heggendorn. Maria Catharina Josepha, nascida em 8 de maio de 1824, casou-se com Jean-Henri Heggendorn[23]. Os Heggendorn eram irmãos, vindos no mesmo Heureux Voyage; nas duas gerações seguintes a família se reduplicou. As linhas Heggendorn-Wermelinger se assentaram na Aldeia da Pedra, às margens do Paraíba, atual município de Itaocara.

Em 1 de agosto de 1853, ou em 12 de agosto, conforme a fonte que se consulte[24], Catharina Egli morreu em Nova Friburgo. Sem testamento. O pároco anotou tudo no livro de óbitos da Matriz, e o livro continua aberto na cidade que os recebera em 1819. O tronco da família passa o século XIX em Nova Friburgo.

Os que se espalharam

O quarto filho do casal, Stephan, nascido em 13 de julho de 1813, fez o segundo movimento. Em 9 de janeiro de 1833, com três outros, registrou em cartório a compra de uma porção de terras nas cabeceiras do rio Macaé, contígua à gleba colonial número 62[25]. Casou com Mariana Borer; a data exata do casamento permanece em verificação documental[26]. Foi dele o galho que descer por Macaé de Cima até as cabeceiras do Macaé e os altos do Rio Grande, e que se ramificaria por décadas em Duas Barras, Bom Jardim, Cantagalo, Sumidouro, e em medida menor em São Pedro da Aldeia e no próprio Rio[27].

O primogênito Xaver, nascido em 9 de novembro de 1809, permaneceu solteiro, sem deixar linhagem[28]. Dos seis filhos que tiveram descendência, então, quatro deixaram-na em Nova Friburgo (Catharina, Joseph, Marianna e Maria Margueritte) e dois a deixaram a partir de outro ponto: Stephan, das cabeceiras do Macaé, e Maria Catharina Josepha que, casada com o irmão Heggendorn de Antoine, viveu em Macaé de Cima, no flanco do município. A proporção da família que ficou foi maior que a que partiu.

De Stephan desce, entre outras, a linha do autor desta crônica. São cinco gerações documentadas até hoje, com uma sexta começando na primeira infância. É uma entre várias ramificações, não a história principal.

O encontro com Tschudi

Cerca de oito anos depois da morte de Catharina, no decurso de uma excursão entre Nova Friburgo e Cantagalo, o naturalista, etnógrafo e diplomata suíço Johann Jakob von Tschudi cruzou com o velho Xaver numa fazenda das cercanias. Tinha quarenta e tantos anos passados desde a fundação, e a maioria dos pais de família que vieram a bordo já estava morta. Xaver não. Tschudi anota:

Encontrei, contudo, um dos raros sobreviventes, numa fazenda, um ancião de 84 anos, suíço do cantão de Luzerna, chamado Xaver Wermelinger, de Willsau. Contou-me que, em sua mocidade, voltando certa vez de uma de suas excursões como aprendiz de torneiro, sonhara que enriqueceria na América. Desde então tal pensamento se tornou uma idéia fixa e não cessou mais de procurar a sorte prometida. Quando soube que reuniam colonos para Nova Friburgo, foi um dos primeiros a se alistar, seguindo com mulher e filhos. Os primeiros 12 ou 15 anos foram-lhe duros, de amargas decepções, pois sofreram tôda a sorte de reveses que traz a miséria. Mas aos poucos a situação foi melhorando e, afinal, o sonho se tornou realidade, pois havia já longos anos que vivia contente e satisfeito. Sua filha casara com um dos Heggendorn e cuidava carinhosamente do pai. Entre filhos e netos, a descendência do velho era de 46 pessoas. Tschudi, Reisen durch Südamerika, vol. V, c. 1861, em tradução brasileira.[29]

Quarenta e seis pessoas em uma vida. O pequeno Johann Baptiste, morto em 1819 no Atlântico, não aparece nesta conta. Os outros sete filhos sim. Os netos sim. A filha Heggendorn que cuidava do pai, em silêncio leal, sim. Quarenta e seis pessoas era, em 1861, a saída numerosa de um sonho que começara em um caminho de Willisau no fim do século XVIII.

O tronco que permanece

Hoje, 16 de maio de 2026, estou em Duas Barras, no interior do Rio de Janeiro, a uma hora de carro do alto onde se sortearam os lotes em 1820. Nova Friburgo fica a meia hora pela serra. Vou lá com frequência. Tenho o sobrenome do velho.

Por muito tempo me peguei pensando que Nova Friburgo tinha sido, para a minha família, uma porta. O lugar onde se entrava no Brasil, dali se passava a outras paragens. É falso. Nova Friburgo não foi porta. Nova Friburgo foi tronco. Os que partiram para o Macaé, para Macaé de Cima, para os altos do Rio Grande, para Duas Barras, Bom Jardim, Cantagalo, Sumidouro, são galhos que ainda pertencem à mesma árvore. Os que ficaram em Nova Friburgo, geração após geração, são o próprio tronco, que segue de pé.

E há sinal material disso, em pedra, em três lugares da cidade.

O primeiro é o Parque Santa Elisa, na sede do município, onde foi assentada em 1819 a Colônia de Morro Queimado. É o chão onde a família pousou. Uma placa comemorativa da fundação da colônia helvética marca a entrada do parque[30]. Funciona, para Nova Friburgo, como uma pedra de chegada dos suíços.

O segundo, em ordem de instalação, foi a Praça dos Poetas. Em 2010, ali foram fixados os brasões de duas famílias da cidade, Wermelinger e Montechiari, com a inscrição institucional Wermelinger sempre contribuindo com a comunidade[31]. Pouco menos de um ano depois, em 11 e 12 de janeiro de 2011, o cataclismo da Região Serrana, a maior tragédia natural brasileira em vidas perdidas, atingiu Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Sumidouro, Bom Jardim, com cerca de 918 mortos confirmados e centenas de desaparecidos[32]. A Praça dos Poetas foi destruída no evento.

O terceiro, posterior ao cataclismo, é o Monumento às vítimas levantado na Praça do Suspiro, no centro tradicional de Nova Friburgo. No pé do Monumento foi incrustado o brasão Wermelinger, em pedra, ao lado dos brasões de outras famílias fundadoras da colônia[33]. Possível gesto reparatório depois da destruição da Praça dos Poetas; em qualquer leitura, é a inscrição cívica em pedra pública de um sobrenome que chegou ali em 1819.

Wermelinger, família oriunda da Suíça, do cantão florestal de Lucerna, pessoas simples conforme relatório feito pelo Padre José Maria ao Bispo há um século, mas, entre inúmeras famílias, teve o seu Brasão incrustado no pé do Monumento às vítimas do cataclismo (2011), em Nova Friburgo, na Praça do Suspiro. Walter Wermelinger, post no blog afamiliawermelinger, 2012 ou 2013.[34]

Note-se o arco. Em 1820, ao registrarem em Lucerna a passagem da família pela colônia, os arquivistas suíços escreveram, ao lado do nome de Xaver e do lote 61, duas palavras: nur simple. Cem anos depois, em 1911, no Memorial Paroquial endereçado ao Bispo da diocese, o Padre José Antônio descreveu a família com palavra equivalente: simples e sincera[35]. Outros cem anos depois, em 2011, a família descrita assim em duas línguas e em dois séculos consecutivos tem o seu brasão em pedra pública, no pé do Monumento aos mortos do cataclismo. A própria humildade, anotada por mãos diferentes em três tempos distintos, virou marca cívica da cidade.

Há Wermelinger em Nova Friburgo desde 1819, sem interrupção. Há Wermelinger em Macaé de Cima, em Cantagalo, em Duas Barras, em Bom Jardim, em Sumidouro também. É a mesma árvore. Os mapas separaram os municípios; o tronco e os galhos não se separaram.

Talvez o que sobrevive não seja a colônia. Talvez seja o tronco, em pedra, que ainda está de pé na praça.

Es sind 208 Jahre. Am 16. Mai 1818 unterzeichnete Dom João VI. im Schloss Quinta da Boa Vista in Rio de Janeiro das Dekret, das in der Gegend des Morro Queimado eine Kolonie schweizerischer Katholiken vorsah[1]. Fünf Tage zuvor, am 11. Mai, war in Paris zwischen der portugiesischen Krone und dem Greyerzer Niklaus Sebastian Gachet der Einwanderungsvertrag unterzeichnet worden, der hundert katholische, französischsprachige Familien versprach[2]. Der Vertrag würde an Zahlen verdreifacht und an Versprechen kaum eingehalten.

Auf der anderen Seite des Ozeans, in jenem Frühjahr 1818, in Willisau Stadt im Kanton Luzern, ahnte ein Vierzigjähriger nichts davon. Er hiess Xaver Wermelinger und war Drechsler von Beruf[3]. Sein Handwerk hatte er auf der Wanderschaft gelernt, wie es Luzerner Lehrlinge damals taten, von Werkstatt zu Werkstatt im Norden des Kantons. Seit neun Jahren war er mit Catharina Egli aus dem Hof Lingruben im Willisau Land verheiratet; getauft worden war sie als Anna Maria Catharina am 8. Mai 1780[4]. Fünf Kinder waren bereits da: Xaver, 1809; Catharina, 1811; Joseph, 1812; Stephan, 1813; Marianna, 1816[5]. Ein sechstes stand noch aus.

Xavers Vater war am 5. Februar 1795 in Turin gestorben, im Dienst des Regiments Zimmermann[6]. So starben Willisauer Männer in der Fremde, im Sold der katholischen Heere Europas, weit weg von daheim. Der Unterschied für Xaver würde sein, dass die Familie diesmal mitkam.

Er hatte einst geträumt, erzählt Tschudi, beim Rückweg von einer Lehrlingswanderung, er werde in Amerika reich werden[7]. Der Traum wurde fixe Idee. Als 1818 und 1819 Gachets Propaganda das Luzerner Hochland erreichte, mit Versprechen von Land, Vieh, Steuerfreiheit, fertigem Haus und vom portugiesischen König bezahlten Reisekosten, war Xaver einer der ersten im Amt, der sich einschrieb.

Am 24. Juni 1818, mehr als ein Jahr vor der Abreise, kam das sechste Kind zur Welt. Es wurde Johann Baptiste getauft[8]. Die brasilianische Küste würde es nicht sehen.

Die Überfahrt

Am 4. Juli 1819 zogen aus dem Kanton Freiburg die ersten Karawanen aus, an ihrer geistlichen Spitze Pater Jakob Joye, Pfarrer von Villaz Saint Pierre[9]. Unterwegs stiessen die Luzerner dazu. Am 23. Juli brachen sie in Basel auf und reisten den Rhein hinunter. Am 4. August erreichten sie Dordrecht in Holland. Sie hofften auf sofortige Verschiffung, doch was kam, war ein Aufenthalt von sieben Wochen, in Zelten und Schuppen, an den malariaverseuchten Ufern[10]. In Dordrecht sahen sie zum ersten Mal den Organisator Niklaus Gachet leibhaftig.

Erst am 10. Oktober 1819 stach die Flotte in Den Helder in See. Sieben Schiffe bildeten den Konvoi. Das der Luzerner hiess Heureux Voyage, unter dem Kommando des holländischen Kapitäns Van der Cerer[11]. Die Quellen divergieren in den Zahlen: Monnerat 1945, gestützt auf Conus 1918 und das Tagebuch von Pater Joye, zählt 437 Passagiere und 40 Tote während der Überfahrt. Die Zusammenstellung in den Freiburger Studien, 2015 veröffentlicht, nennt 442 und 43, darunter 13 aus dem Kanton Luzern[12]. In beiden Zählungen kam annähernd eine von elf eingeschifften Personen nicht lebend an.

Am 4. November sichtete die Heureux Voyage Madeira. Sie durchquerte Stürme. Überquerte den Äquator. Lief am 17. Dezember 1819 in die Bucht von Guanabara ein, fünf Monate nach dem Aufbruch in Basel.

Zehn Tage später, um den 27. Dezember, zog die Familie auf Saumpferden über das Gebirge der Órgãos hinauf und erreichte den Morro Queimado[13]. Es war auf dem Höhepunkt der Regenzeit. Irgendwann während der Überfahrt, 1819, starb der kleine Johann Baptiste auf hoher See[14]. Er war etwa anderthalb Jahre alt. Er war der erste Wermelinger, den der Ozean nahm.

Das Los Nr. 61

Die Kolonie bestand damals noch nicht als Stadt. Sie bestand als königlicher Segen auf Papier, als Vertrag in Paris und als Dutzende von Vierzimmerhäusern ohne Küche, von der Krone zur Aufnahme der Einwanderer errichtet[15]. Gekocht wurde im Freien oder im eigenen Zimmer. Am 17. April 1820 weihte Monsignore Miranda die Vila feierlich ein, mit Hochrufen auf den König und erleuchteten Häusern[16]. Sechs Tage später, am 23. April, versammelte der Inspektor die Familienoberhäupter in der Gemeindeverwaltung und liess die Lose ziehen.

Den Wermelinger fiel das Los Nr. 61 zu[17]. Jahre später, beim Eintrag in den Luzerner Registern, schrieben die Schweizer Archivare zwei trockene Worte: nur simple. Nur einfach. Ohne Besitz. Ohne Bildung. Ohne Ämter. Nur den Namen, die Ehefrau, sieben oder acht Kinder und den Traum des Drechslerlehrlings.

Tschudi würde vier Jahrzehnte später ohne Umschweife beschreiben, was diese Auslosung gewesen war:

Einigen Familien fielen bei der Auslosung so unfruchtbare und steinige Landstriche zu, dass nicht einmal ein Garten darauf zu ziehen war. Solche Ländereien mussten aufgegeben werden, und die Siedler wurden in eines der Reservelose versetzt. Später waren weitere ähnliche Umtauschvorgänge nötig. Johann Jakob von Tschudi, Reisen durch Südamerika, Bd. V (1860/1862), brasilianische Übersetzung.[18]

Am 6. Mai 1822 schrieb Pater Joye, Nova Friburgo sei beinahe verlassen[19]. Die Siedler waren in Rio oder auf dem Weg nach Cantagalo, auf der Suche nach fruchtbarem Boden und nach Kaffee. 1825 hatten 605 Siedler die Kolonie bereits verlassen[20]. Von 1.631 angesiedelten Schweizern blieben weniger als sechshundert.

Die, die blieben

Es gibt Wermelinger in Nova Friburgo seit 1819, ohne Unterbruch. Das ist der Kern dessen, was diese Chronik sagen will.

Das dritte Kind des Paares, Joseph Wermelinger, geboren in Willisau am 13. Juni 1812, heiratete Catharina Josepha Stutz und verankerte den Namen Wermelinger in der Stadt[21]. Joseph lebte vierundachtzig Jahre. Er starb am 20. Oktober 1896 in einem Nova Friburgo, das schon ein anderes war, schon brasilianisch, schon mit mehr als einem halben Jahrhundert luso-brasilianischer Überlagerung über den ursprünglichen Grundriss der Kolonie. Von ihm stammt, in ununterbrochener männlicher Linie, die Präsenz des Namens Wermelinger in Nova Friburgo bis heute.

Die zweite Tochter, Catharina Wermelinger, geboren am 1. Januar 1811, heiratete Johann Erthal und blieb ebenfalls in der Region. Die Nachkommenschaft Erthal-Wermelinger verflocht sich mit den anderen helvetischen Familien des Gebirges. Die fünfte Tochter, Marianna, geboren am 1. Mai 1816, heiratete am 31. Juli 1836 in der Mutterkirche São João Batista in Nova Friburgo François Joseph Monnerat, aus der Familie, die mit der Daphne gekommen war[22]. Es war eine der ersten Trauungen der zweiten Generation, in der Schweiz geboren und in Brasilien verheiratet. Auch die Nachkommenschaft Monnerat-Wermelinger blieb.

Die beiden brasilianisch geborenen Töchter kamen danach. Maria Margueritte, geboren am 7. Juni 1821, heiratete Antoine Heggendorn. Maria Catharina Josepha, geboren am 8. Mai 1824, heiratete Jean-Henri Heggendorn[23]. Die Heggendorn waren Brüder, gekommen auf derselben Heureux Voyage; in den nächsten zwei Generationen verdoppelte sich die Familie. Die Linien Heggendorn-Wermelinger liessen sich in Aldeia da Pedra am Paraíba nieder, in der heutigen Gemeinde Itaocara.

Am 1. August 1853, oder am 12. August, je nach Quelle[24], starb Catharina Egli in Nova Friburgo. Ohne Testament. Der Pfarrer hielt alles im Sterbebuch der Mutterkirche fest, und das Buch bleibt in der Stadt offen, die sie 1819 empfangen hatte. Der Stamm der Familie verbringt das 19. Jahrhundert in Nova Friburgo.

Die, die sich verteilten

Das vierte Kind des Paares, Stephan, geboren am 13. Juli 1813, vollzog die zweite Bewegung. Am 9. Januar 1833 trug er mit drei weiteren den Kauf eines Stücks Land an den Quellen des Macaé, angrenzend an das Koloniegut Nr. 62, beim Notar ein[25]. Er heiratete Mariana Borer; das genaue Datum der Eheschliessung ist noch dokumentarisch zu prüfen[26]. Von ihm stammt der Ast, der über Macaé de Cima zu den Quellen des Macaé und zu den Höhen des Rio Grande hinabzog und sich über Jahrzehnte in Duas Barras, Bom Jardim, Cantagalo, Sumidouro verzweigte, und in geringerem Mass in São Pedro da Aldeia und in Rio selbst[27].

Der Erstgeborene Xaver, geboren am 9. November 1809, blieb ledig und ohne Nachkommen[28]. Von den sechs Kindern, die Nachkommenschaft hatten, hinterliessen also vier die ihre in Nova Friburgo (Catharina, Joseph, Marianna und Maria Margueritte), und zwei hinterliessen sie von einem anderen Punkt aus: Stephan, von den Quellen des Macaé, und Maria Catharina Josepha, die mit dem Heggendorn-Bruder von Antoine verheiratet in Macaé de Cima lebte, am Rand der Gemeinde. Der Teil der Familie, der blieb, war grösser als jener, der wegzog.

Von Stephan stammt unter anderem die Linie des Autors dieser Chronik. Es sind fünf bis heute dokumentierte Generationen, eine sechste beginnt in früher Kindheit. Es ist eine unter vielen Verzweigungen, nicht die Hauptgeschichte.

Tschudis Begegnung mit dem Alten

Etwa acht Jahre nach Catharinas Tod, auf einer Reise zwischen Nova Friburgo und Cantagalo, traf der Naturforscher, Ethnograph und Diplomat Johann Jakob von Tschudi den alten Xaver auf einer Fazenda in der Nähe. Mehr als vierzig Jahre lagen seit der Gründung; die meisten Familienväter, die mit ihm an Bord gewesen waren, lebten nicht mehr. Xaver schon. Tschudi notiert:

Ich traf indessen einen der wenigen Überlebenden auf einer Fazenda, einen Greis von 84 Jahren, einen Schweizer aus dem Kanton Luzern, namens Xaver Wermelinger aus Willisau. Er erzählte mir, in seiner Jugend habe er einmal, auf dem Rückweg von einer Lehrlingswanderung, geträumt, in Amerika reich zu werden. Seitdem war dieser Gedanke eine fixe Idee geworden, und er hörte nicht mehr auf, sein versprochenes Glück zu suchen. Als er hörte, dass man Siedler für Nova Friburgo zusammenstellte, war er einer der ersten, der sich einschrieb, und folgte mit Frau und Kindern. Die ersten zwölf bis fünfzehn Jahre waren hart, voll bitterer Enttäuschungen, denn sie erlitten alles, was das Elend bringt. Doch nach und nach besserte sich die Lage und schliesslich wurde der Traum Wirklichkeit, denn schon seit langen Jahren lebte er zufrieden und glücklich. Seine Tochter hatte einen der Heggendorn geheiratet und pflegte den Vater liebevoll. Zwischen Kindern und Enkeln zählte die Nachkommenschaft des Alten 46 Personen. Tschudi, Reisen durch Südamerika, Bd. V, um 1861, in brasilianischer Übersetzung.[29]

Sechsundvierzig Personen in einem Leben. Der kleine Johann Baptiste, gestorben 1819 auf dem Atlantik, ist in dieser Zählung nicht dabei. Die anderen sieben Kinder schon. Die Enkel schon. Die Heggendorn-Tochter, die den Vater in stiller Treue pflegte, schon. Sechsundvierzig Personen waren, 1861, das zahlreiche Ende eines Traums, der auf einem Weg in Willisau am Ende des 18. Jahrhunderts begonnen hatte.

Der Stamm, der bleibt

Heute, am 16. Mai 2026, bin ich in Duas Barras im Hinterland von Rio de Janeiro, eine Autostunde von der Höhe entfernt, wo 1820 die Lose verteilt wurden. Nova Friburgo liegt eine halbe Stunde über das Gebirge. Ich fahre häufig hin. Ich trage den Namen des Alten.

Lange ertappte ich mich beim Gedanken, Nova Friburgo sei für meine Familie ein Tor gewesen. Der Ort, an dem man Brasilien betrat und von dem aus man in andere Gegenden weiterzog. Das ist falsch. Nova Friburgo war kein Tor. Nova Friburgo war Stamm. Die, die zum Macaé zogen, nach Macaé de Cima, auf die Höhen des Rio Grande, nach Duas Barras, Bom Jardim, Cantagalo, Sumidouro, sind Äste, die noch zu demselben Baum gehören. Die, die in Nova Friburgo blieben, Generation um Generation, sind der Stamm selbst, der aufrecht weitersteht.

Und es gibt ein materielles Zeichen dafür, in Stein, an drei Orten der Stadt.

Der erste ist der Parque Santa Elisa, im Hauptort der Gemeinde, auf dessen Gelände 1819 die Kolonie von Morro Queimado angesiedelt wurde. Es ist der Boden, auf dem die Familie aufsetzte. Eine Gedenktafel an die Gründung der helvetischen Kolonie markiert den Eingang des Parks[30]. Sie wirkt, für Nova Friburgo, wie ein Ankunftsstein der Schweizer.

Der zweite, in der Reihenfolge seiner Errichtung, war die Praça dos Poetas. 2010 wurden dort die Wappen zweier Familien der Stadt angebracht, Wermelinger und Montechiari, mit der institutionellen Inschrift Wermelinger, immer der Gemeinschaft dienend[31]. Knapp ein Jahr später, am 11. und 12. Januar 2011, traf der Kataklysmus der Região Serrana, die grösste brasilianische Naturkatastrophe nach Todesopfern, Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Sumidouro, Bom Jardim, mit rund 918 bestätigten Toten und Hunderten von Vermissten[32]. Die Praça dos Poetas wurde dabei zerstört.

Der dritte, nach dem Kataklysmus errichtet, ist das Denkmal für die Opfer auf der Praça do Suspiro, im traditionellen Zentrum von Nova Friburgo. In den Sockel des Denkmals wurde das Wermelinger-Wappen in Stein eingelassen, neben den Wappen anderer Gründungsfamilien der Kolonie[33]. Möglicherweise eine wiedergutmachende Geste nach der Zerstörung der Praça dos Poetas; in jeder Lesart ist es die bürgerliche Einschreibung in öffentlichen Stein eines Namens, der 1819 dort ankam.

Wermelinger, eine Familie aus der Schweiz, aus dem Waldkanton Luzern, einfache Leute, wie es vor einem Jahrhundert in einem Bericht von Pater José Maria an den Bischof heisst, doch unter unzähligen Familien wurde ihr Wappen in den Sockel des Denkmals für die Opfer der Katastrophe (2011) in Nova Friburgo, auf der Praça do Suspiro, eingelassen. Walter Wermelinger, Beitrag im Blog afamiliawermelinger, 2012 oder 2013.[34]

Man beachte den Bogen. 1820, als sie in Luzern den Durchgang der Familie durch die Kolonie eintrugen, schrieben die Schweizer Archivare neben den Namen Xavers und das Los Nr. 61 zwei Worte: nur simple. Hundert Jahre später, 1911, im Pfarrmemorial an den Bischof der Diözese, beschrieb Pater José Antônio die Familie mit dem gleichwertigen Wort: einfach und aufrichtig[35]. Weitere hundert Jahre später, 2011, hat die in zwei Sprachen und zwei aufeinanderfolgenden Jahrhunderten so beschriebene Familie ihr Wappen in öffentlichem Stein, im Sockel des Denkmals für die Toten des Kataklysmus. Die Demut selbst, von verschiedenen Händen in drei verschiedenen Zeiten festgehalten, wurde zum bürgerlichen Wahrzeichen der Stadt.

Es gibt Wermelinger in Nova Friburgo seit 1819, ohne Unterbruch. Es gibt Wermelinger in Macaé de Cima, in Cantagalo, in Duas Barras, in Bom Jardim, in Sumidouro auch. Es ist derselbe Baum. Die Karten haben die Gemeinden getrennt; Stamm und Äste sind nicht getrennt worden.

Vielleicht ist es nicht die Kolonie, was überlebt. Vielleicht ist es der Stamm, in Stein, der noch auf dem Platz steht.

Two hundred and eight years. On 16 May 1818, at the Quinta da Boa Vista in Rio de Janeiro, Dom João VI signed the decree ordering the establishment, at the Morro Queimado, of a colony of Swiss Catholics[1]. Five days before, on 11 May, the immigration contract had been signed in Paris between the Portuguese Crown and the Gruyère-born Niklaus Sebastian Gachet, promising a hundred Catholic, French-speaking families[2]. The contract would be tripled in numbers and dishonoured in nearly every other clause.

On the far side of the ocean, in that spring of 1818, in Willisau Stadt, canton of Lucerne, a man of forty knew none of this. His name was Xaver Wermelinger and his trade was that of a turner[3]. He had learned his craft as Lucerne apprentices then did, walking from workshop to workshop across the north of the canton. For nine years he had been married to Catharina Egli, of the Lingruben farmstead in the Willisau Land; she had been baptised Anna Maria Catharina on 8 May 1780[4]. Five children had already come: Xaver, in 1809; Catharina, in 1811; Joseph, in 1812; Stephan, in 1813; Marianna, in 1816[5]. A sixth was still to come.

Xaver's father had died on 5 February 1795 in Turin, in the service of the Zimmermann Regiment[6]. That was how the men of Willisau died abroad, in the pay of the Catholic armies of Europe, far from home. The difference for Xaver would be that, this time, the family was coming too.

He had dreamed once, Tschudi tells us, returning from one of his apprentice journeys, that he would grow rich in America[7]. The dream became a fixed idea. When Gachet's propaganda reached the Lucerne highlands in 1818 and 1819, promising land, livestock, exemption from taxes, a finished house and travel paid for by the King of Portugal, Xaver was among the first in the district to sign on.

On 24 June 1818, more than a year before departure, the sixth child was born. He was baptised Johann Baptiste[8]. He would never see the Brazilian coast.

The crossing

On 4 July 1819 the first caravans left the canton of Fribourg, with Father Jacob Joye, parish priest of Villaz Saint Pierre, at their spiritual head[9]. The Lucernese joined along the road. On 23 July they set out from Basel, descending the Rhine on river barges. On 4 August they reached Dordrecht, in Holland. They expected immediate transatlantic passage, but what came was a seven-week aufenthalt, in tents and sheds along the malarial canals[10]. It was in Dordrecht that they first saw the organiser, Niklaus Gachet, in person.

Only on 10 October 1819 did the fleet stand out to sea from Den Helder. Seven ships made up the convoy. The Lucernese one was the Heureux Voyage, under the Dutch captain Van der Cerer[11]. The sources do not agree on numbers. Monnerat (1945), drawing on Conus (1918) and on Father Joye's journal, counts 437 passengers and 40 dead during the crossing. The compilation in the Freiburger Studien, published in 2015, counts 442 and 43, of whom 13 were from the canton of Lucerne[12]. On either count, close to one person in eleven who boarded that ship did not disembark alive.

The Heureux Voyage sighted Madeira on 4 November. She rode out storms. Crossed the equator. Entered the bay of Guanabara on 17 December 1819, five months after the departure from Basel.

Ten days later, around 27 December, the family climbed the Órgãos range on the backs of pack animals and reached the Morro Queimado[13]. It was at the height of the rainy season. At some point during the crossing, in 1819, little Johann Baptiste died at sea[14]. He was about a year and a half old. He was the first Wermelinger the ocean took.

Plot number sixty-one

The colony did not yet exist as a town. It existed as royal blessing on paper, as a Paris contract, and as dozens of four-room houses without a kitchen, raised at the Crown's order to receive the immigrants[15]. Cooking was done in the open or in one's own room. On 17 April 1820 Monsignor Miranda solemnly inaugurated the Vila, with cheers for the king and lighted houses[16]. Six days later, on 23 April, the inspector gathered the heads of families at the municipal hall and ordered that the plots be drawn by lot.

To the Wermelinger fell plot number sixty-one[17]. Years afterwards, recording the family's passage through the colony in the Lucerne registers, the Swiss archivists wrote two dry words: nur simple. Merely simple. With nothing. No letters. No commendations. Only the surname, the wife, seven or eight children and the dream of the turner's apprentice.

Tschudi, four decades later, would describe without circumlocution what that drawing had been:

To some of the families fell, in the lottery, lands so barren and stony that one could not even grow a kitchen garden upon them. Such lands had to be abandoned, and the settlers were transferred to one of the reserve plots. Later it was again necessary to carry out similar exchanges. Johann Jakob von Tschudi, Reisen durch Südamerika, vol. V (1860/1862), Brazilian translation.[18]

On 6 May 1822 Father Joye wrote that Nova Friburgo was already nearly deserted[19]. The settlers were in Rio, or on the way to Cantagalo, in search of fertile land and of coffee. By 1825, 605 settlers had already abandoned the colony[20]. Of 1,631 Swiss installed there, fewer than six hundred remained.

Those who stayed

There have been Wermelingers in Nova Friburgo since 1819, without interruption. That is the heart of what this chronicle means to say.

The couple's third child, Joseph Wermelinger, born in Willisau on 13 June 1812, married Catharina Josepha Stutz and rooted the surname Wermelinger in the city[21]. Joseph lived eighty-four years. He died on 20 October 1896, in a Nova Friburgo already changed, already Brazilian, already overlaid by more than half a century of Luso-Brazilian settlement upon the original outline of the colony. From him descends, in unbroken male line, the presence of the surname Wermelinger in Nova Friburgo down to the present day.

The second child, Catharina Wermelinger, born on 1 January 1811, married Johann Erthal and likewise stayed in the region. The Erthal-Wermelinger line intertwined with the other helvetic families of the highlands. The fifth child, Marianna, born on 1 May 1816, married on 31 July 1836 in the mother church of São João Batista, in Nova Friburgo, François Joseph Monnerat, of the family that had come on the Daphne[22]. It was among the first marriages of the second generation, Swiss-born and Brazilian-married. The Monnerat-Wermelinger line stayed as well.

The two Brazilian-born daughters came afterwards. Maria Margueritte, born 7 June 1821, married Antoine Heggendorn. Maria Catharina Josepha, born 8 May 1824, married Jean-Henri Heggendorn[23]. The Heggendorns were brothers, come on the same Heureux Voyage; over the next two generations the family doubled itself. The Heggendorn-Wermelinger lines settled in Aldeia da Pedra on the banks of the Paraíba, in the present municipality of Itaocara.

On 1 August 1853, or on 12 August, depending on the source consulted[24], Catharina Egli died in Nova Friburgo. With no will. The parish priest recorded everything in the death book of the mother church, and that book remains open in the city that had received them in 1819. The trunk of the family spent the nineteenth century in Nova Friburgo.

Those who scattered

The couple's fourth child, Stephan, born on 13 July 1813, made the second movement. On 9 January 1833, with three others, he registered with the notary the purchase of a portion of land at the headwaters of the Macaé river, contiguous with colonial plot 62[25]. He married Mariana Borer; the exact date of the marriage remains under documentary verification[26]. From him descends the branch that went on from Macaé de Cima to the headwaters of the Macaé and the high lands of the Rio Grande, and that would, over decades, ramify into Duas Barras, Bom Jardim, Cantagalo, Sumidouro, and in lesser measure into São Pedro da Aldeia and into Rio itself[27].

The eldest son, Xaver, born on 9 November 1809, remained unmarried and left no line[28]. Of the six children who left descendants, then, four left them in Nova Friburgo (Catharina, Joseph, Marianna and Maria Margueritte), and two left them from another point: Stephan, from the headwaters of the Macaé, and Maria Catharina Josepha, who, married to Antoine's Heggendorn brother, lived in Macaé de Cima, on the municipal edge. The portion of the family that stayed was greater than the portion that left.

From Stephan descends, among others, the line of the author of this chronicle. They are five documented generations to date, with a sixth beginning in early infancy. It is one branch among several, not the principal story.

Tschudi's meeting with the old man

Some eight years after Catharina's death, in the course of an excursion between Nova Friburgo and Cantagalo, the Swiss naturalist, ethnographer and diplomat Johann Jakob von Tschudi met old Xaver on a nearby farm. More than forty years had passed since the founding; most of the heads of families who had come aboard were already dead. Xaver was not. Tschudi writes:

I came upon, however, one of the rare survivors, on a farm, an old man of eighty-four years, a Swiss of the canton of Lucerne, named Xaver Wermelinger, of Willisau. He told me that, in his youth, returning once from one of his journeys as a turner's apprentice, he had dreamed he would grow rich in America. From then on this thought became a fixed idea, and he never ceased to seek the fortune promised him. When he heard that settlers were being gathered for Nova Friburgo, he was among the first to enrol, following with wife and children. The first twelve or fifteen years were hard, full of bitter disappointments, for they suffered every misfortune that misery brings. But little by little the situation improved and, at last, the dream became reality, for he had now for many long years been living content and at peace. His daughter had married one of the Heggendorns and tenderly cared for her father. Between children and grandchildren, the old man's descendants numbered forty-six. Tschudi, Reisen durch Südamerika, vol. V, c. 1861, in Brazilian translation.[29]

Forty-six people in one life. Little Johann Baptiste, dead in 1819 on the Atlantic, does not appear in that count. The other seven children do. The grandchildren do. The Heggendorn daughter who tended her father in silent loyalty does. Forty-six people were, in 1861, the populous ending of a dream that had begun on a road near Willisau at the close of the eighteenth century.

The trunk that remains

Today, 16 May 2026, I am in Duas Barras, in the interior of Rio de Janeiro state, an hour by car from the height where the plots were drawn in 1820. Nova Friburgo is half an hour by the mountain road. I go there often. I bear the old man's surname.

For a long time I caught myself thinking Nova Friburgo had been, for my family, a gate. The place where one entered Brazil, and from which one passed onward elsewhere. That is false. Nova Friburgo was not a gate. Nova Friburgo was a trunk. Those who left for the Macaé, for Macaé de Cima, for the high lands of the Rio Grande, for Duas Barras, Bom Jardim, Cantagalo, Sumidouro, are branches that still belong to the same tree. Those who stayed in Nova Friburgo, generation after generation, are the trunk itself, which goes on standing.

And there is a material sign of this, in stone, in three places in the city.

The first is the Parque Santa Elisa, in the centre of the municipality, on whose ground in 1819 the Colony of Morro Queimado was settled. It is the soil where the family alighted. A plaque commemorating the founding of the helvetic colony marks the entrance to the park[30]. It functions, for Nova Friburgo, as a kind of landing stone of the Swiss.

The second, in order of installation, was the Praça dos Poetas. In 2010, the coats of arms of two of the city's families were affixed there, Wermelinger and Montechiari, bearing the institutional inscription Wermelinger, always contributing to the community[31]. Less than a year later, on 11 and 12 January 2011, the cataclysm of the Região Serrana, the greatest Brazilian natural disaster in lives lost, struck Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Sumidouro, Bom Jardim, with some 918 confirmed dead and hundreds missing[32]. The Praça dos Poetas was destroyed in the event.

The third, raised after the cataclysm, is the Monument to the victims on the Praça do Suspiro, in the traditional centre of Nova Friburgo. The Wermelinger coat of arms was inset, in stone, into the foot of the Monument, beside the coats of arms of other founding families of the colony[33]. A possible reparative gesture after the destruction of the Praça dos Poetas; on any reading, it is the civic inscription, in public stone, of a surname that arrived there in 1819.

Wermelinger, a family from Switzerland, from the forest canton of Lucerne, simple folk as Father José Maria's report to the Bishop described them a century ago, yet, among countless families, had their coat of arms inset into the foot of the Monument to the victims of the cataclysm (2011) in Nova Friburgo, on the Praça do Suspiro. Walter Wermelinger, post on the blog afamiliawermelinger, 2012 or 2013.[34]

Note the arc. In 1820, when they recorded in Lucerne the family's passage through the colony, the Swiss archivists wrote, beside Xaver's name and the number 61 of the plot, two words: nur simple. A hundred years later, in 1911, in the Parish Memorial addressed to the Bishop of the diocese, Father José Antônio described the family with an equivalent word: simple and sincere[35]. Another hundred years later, in 2011, the family thus described in two languages and two consecutive centuries had its coat of arms in public stone, at the foot of the Monument to the dead of the cataclysm. The very humility, set down by different hands in three different times, became a civic mark of the city.

There have been Wermelingers in Nova Friburgo since 1819, without interruption. There have been Wermelingers in Macaé de Cima, in Cantagalo, in Duas Barras, in Bom Jardim, in Sumidouro as well. It is the same tree. The maps divided the municipalities; the trunk and the branches have not been divided.

Perhaps what survives is not the colony. Perhaps it is the trunk, in stone, that still stands in the square.

Linha do tempo Zeitleiste Timeline

22.10.1777 Batismo de Xaver Wermelinger em Willisau Stadt. Taufe von Xaver Wermelinger in Willisau Stadt. Baptism of Xaver Wermelinger in Willisau Stadt.
08.05.1780 Batismo de Anna Maria Catharina Egli em Lingruben (Willisau Land). Taufe von Anna Maria Catharina Egli in Lingruben (Willisau Land). Baptism of Anna Maria Catharina Egli in Lingruben (Willisau Land).
05.02.1795 Morte de Philippus Jacobus Wermelinger, pai do emigrante, em Turim, a serviço do Regimento Zimmermann. Tod von Philippus Jacobus Wermelinger, dem Vater des Auswanderers, in Turin im Dienst des Regiments Zimmermann. Death of Philippus Jacobus Wermelinger, father of the emigrant, in Turin in the service of the Zimmermann Regiment.
05.02.1809 Casamento de Xaver e Catharina em Willisau Land. Hochzeit von Xaver und Catharina in Willisau Land. Marriage of Xaver and Catharina in Willisau Land.
09.11.1809 Nasce o primogênito Xaver, que permaneceria solteiro. Geburt des erstgeborenen Xaver, der ledig blieb. Birth of the eldest son Xaver, who would remain unmarried.
01.01.1811 Nasce Catharina, segunda filha; casaria com Johann Erthal. Geburt von Catharina, der zweiten Tochter; sie heiratete Johann Erthal. Birth of Catharina, the second child; she would marry Johann Erthal.
13.06.1812 Nasce Joseph Wermelinger, terceiro filho; casaria com Catharina Josepha Stutz e enraizaria o sobrenome em Nova Friburgo. Geburt von Joseph Wermelinger, dem dritten Kind; er heiratete Catharina Josepha Stutz und verankerte den Namen in Nova Friburgo. Birth of Joseph Wermelinger, the third child; he would marry Catharina Josepha Stutz and root the surname in Nova Friburgo.
13.07.1813 Nasce Stephan, quarto filho; casaria com Mariana Borer e abriria o ramo que parte para o Macaé. Geburt von Stephan, dem vierten Kind; er heiratete Mariana Borer und eröffnete den Ast, der nach Macaé zog. Birth of Stephan, the fourth child; he would marry Mariana Borer and open the branch that left for the Macaé.
01.05.1816 Nasce Marianna, quinta filha; casaria com François Joseph Monnerat na Matriz em 1836. Geburt von Marianna, der fünften Tochter; sie heiratete François Joseph Monnerat 1836 in der Mutterkirche. Birth of Marianna, the fifth child; she would marry François Joseph Monnerat in the mother church in 1836.
11.05.1818 Assinatura do contrato Coroa portuguesa, Gachet, em Paris. Unterzeichnung des Vertrags zwischen portugiesischer Krone und Gachet in Paris. Signature of the contract between the Portuguese Crown and Gachet in Paris.
16.05.1818 Dom João VI assina o decreto fundador no Rio de Janeiro. Dom João VI. unterzeichnet das Gründungsdekret in Rio de Janeiro. Dom João VI signs the founding decree in Rio de Janeiro.
24.06.1818 Nasce Johann Baptiste, sexto filho, em Willisau. Geburt von Johann Baptiste, dem sechsten Kind, in Willisau. Birth of Johann Baptiste, the sixth child, in Willisau.
23.07.1819 Partida do contingente luzernese de Basileia rumo a Dordrecht. Aufbruch des Luzerner Kontingents von Basel nach Dordrecht. Departure of the Lucerne contingent from Basel toward Dordrecht.
10.10.1819 O Heureux Voyage levanta âncora em Den Helder, sob comando de Van der Cerer. Die Heureux Voyage sticht unter Van der Cerer in Den Helder in See. The Heureux Voyage sails from Den Helder under Van der Cerer.
17.12.1819 O Heureux Voyage ancora no Rio de Janeiro. Die Heureux Voyage ankert in Rio de Janeiro. The Heureux Voyage anchors at Rio de Janeiro.
1819 Morte do bebê Johann Baptiste em alto mar; primeiro Wermelinger que o oceano levou. Tod des Säuglings Johann Baptiste auf hoher See; erster Wermelinger, den der Ozean nahm. Death of the infant Johann Baptiste at sea; the first Wermelinger the ocean took.
17.04.1820 Inauguração solene da Vila pelo Monsenhor Miranda. Feierliche Einweihung der Vila durch Monsignore Miranda. Solemn inauguration of the Vila by Monsignor Miranda.
23.04.1820 Sorteio dos lotes. Aos Wermelinger coube o lote 61. Auslosung der Lose. Den Wermelinger fiel das Los Nr. 61 zu. Drawing of plots. The Wermelinger received plot 61.
07.06.1821 Nasce Maria Margueritte, primeira filha brasileira; casaria com Antoine Heggendorn. Geburt von Maria Margueritte, der ersten brasilianisch geborenen Tochter; sie heiratete Antoine Heggendorn. Birth of Maria Margueritte, the first Brazilian-born daughter; she would marry Antoine Heggendorn.
06.05.1822 Padre Joye registra que Nova Friburgo já está quase deserta. Pater Joye hält fest, dass Nova Friburgo bereits beinahe verlassen ist. Father Joye records that Nova Friburgo is already nearly deserted.
08.05.1824 Nasce Maria Catharina Josepha, segunda filha brasileira; casaria com Jean-Henri Heggendorn. Geburt von Maria Catharina Josepha, der zweiten brasilianisch geborenen Tochter; sie heiratete Jean-Henri Heggendorn. Birth of Maria Catharina Josepha, the second Brazilian-born daughter; she would marry Jean-Henri Heggendorn.
1825 605 colonos já haviam abandonado Nova Friburgo (Monnerat 1945). Bereits 605 Siedler hatten Nova Friburgo verlassen (Monnerat 1945). 605 settlers had already left Nova Friburgo (Monnerat 1945).
09.01.1833 Stephan e três outros registram a compra de terras nas cabeceiras do Macaé, ao lado da gleba 62. Stephan und drei weitere lassen den Kauf von Land an den Quellen des Macaé neben dem Gut 62 notariell beurkunden. Stephan and three others register the purchase of land at the headwaters of the Macaé, next to plot 62.
31.07.1836 Marianna casa com François Joseph Monnerat na Matriz de São João Batista. Marianna heiratet François Joseph Monnerat in der Mutterkirche São João Batista. Marianna marries François Joseph Monnerat in the mother church of São João Batista.
01.08.1853 Morte de Catharina Egli em Nova Friburgo (Monnerat e Kirchenbuch). Lima Abib 2000 registra 12.08. Tod von Catharina Egli in Nova Friburgo (Monnerat und Kirchenbuch). Lima Abib 2000 verzeichnet den 12. August. Death of Catharina Egli in Nova Friburgo (Monnerat and Kirchenbuch). Lima Abib 2000 records 12 August.
c. 1861 Tschudi encontra Xaver, 84 anos, em fazenda das cercanias de Nova Friburgo. 46 descendentes. Tschudi trifft den 84-jährigen Xaver auf einer Fazenda in der Nähe von Nova Friburgo. 46 Nachkommen. Tschudi meets Xaver, eighty-four years old, on a farm near Nova Friburgo. Forty-six descendants.
20.10.1896 Morte de Joseph Wermelinger, terceiro filho, em Nova Friburgo. Tod von Joseph Wermelinger, dem dritten Kind, in Nova Friburgo. Death of Joseph Wermelinger, the third child, in Nova Friburgo.
1911 Pe. José Antônio escreve o Memorial Paroquial da Matriz e descreve a família como simples e sincera. Pater José Antônio verfasst das Pfarrmemorial der Mutterkirche und beschreibt die Familie als einfach und aufrichtig. Father José Antônio writes the Parish Memorial of the mother church and describes the family as simple and sincere.
2010 Instalação dos brasões Wermelinger e Montechiari na Praça dos Poetas. Anbringung der Wappen Wermelinger und Montechiari auf der Praça dos Poetas. Installation of the Wermelinger and Montechiari coats of arms on the Praça dos Poetas.
11-12.01.2011 Cataclismo da Região Serrana. Cerca de 918 mortos. A Praça dos Poetas é destruída. Kataklysmus der Região Serrana. Etwa 918 Tote. Die Praça dos Poetas wird zerstört. Cataclysm of the Região Serrana. Some 918 dead. The Praça dos Poetas is destroyed.
2011-2012 Monumento às vítimas do cataclismo é erguido na Praça do Suspiro, com o brasão Wermelinger incrustado no pé. Das Denkmal für die Opfer des Kataklysmus wird auf der Praça do Suspiro errichtet, mit dem Wermelinger-Wappen im Sockel. The Monument to the victims of the cataclysm is raised on the Praça do Suspiro, with the Wermelinger coat of arms inset into its foot.
16.05.2026 208 anos da fundação. Esta crônica. 208 Jahre seit der Gründung. Diese Chronik. Two hundred and eight years since the founding. This chronicle.

Nota de método Methodische Anmerkung Note on method

Esta crônica separa três camadas. Fatos documentados: a família Wermelinger embarcou no Heureux Voyage em outubro de 1819 (cap. Van der Cerer); a cidade foi inaugurada em 17 de abril de 1820, os lotes sorteados em 23 de abril; coube aos Wermelinger o lote 61; Catharina Egli morreu em Nova Friburgo em agosto de 1853; Tschudi encontrou o velho Xaver, com 84 anos, em torno de 1861; Joseph Wermelinger viveu em Nova Friburgo até 20 de outubro de 1896. Divergências entre fontes: Monnerat 1945 (via Conus 1918 e o diário do Padre Joye) registra 437 passageiros e 40 mortos no Heureux Voyage, e a compilação em Freiburger Studien 2015 registra 442 e 43; a data exata da morte de Catharina divide-se entre 1 de agosto (Monnerat e Kirchenbücher) e 12 de agosto (Lima Abib 2000); a origem da família aparece como Delémont em Monnerat 1945, mas os registros paroquiais de Willisau, confirmados em 2026 via FamilySearch, situam Xaver em Willisau Stadt. Lacunas declaradas: a data exata do óbito de Franz Xaver permanece pendente; o original alemão de Tschudi (Brockhaus 1869) ainda não foi consultado diretamente; o original da escritura de 9 de janeiro de 1833 em cartório de Macaé idem; o local de sepultamento de Catharina Egli não está documentado em fonte direta deste arquivo; a data exata do casamento de Stephan com Mariana Borer permanece em verificação documental (a data 9 de junho de 1845 que circulou em uma versão anterior não tinha sustentação na fonte declarada e foi retirada). Histórico editorial: a v1 desta crônica formulava Nova Friburgo como porta, metáfora que feria os ramos que ficaram; a v2 corrigiu o ângulo para tronco; a v3 corrigiu quatro extrapolações sem fonte (Macabú trocado por Macaé, cemitério Heggendorn amenizado, local de sepultamento de Catharina retirado, data e local da morte de Johann Baptiste retirados) e incorporou os três marcos cívicos contemporâneos como sinal material da tese. Restrições nominais: cita pelo nome no corpo apenas Wermelinger do século XIX documentados em fonte pública (o casal patriarca, seus oito filhos, os cônjuges destes oito), figuras históricas e autores de fonte pública. A descendência atual em Nova Friburgo aparece somente em termos coletivos. Diese Chronik unterscheidet drei Ebenen. Dokumentierte Tatsachen: Die Familie Wermelinger schiffte sich im Oktober 1819 auf der Heureux Voyage ein (Kapt. Van der Cerer); die Stadt wurde am 17. April 1820 eingeweiht, die Lose am 23. April verlost; den Wermelinger fiel das Los Nr. 61 zu; Catharina Egli starb im August 1853 in Nova Friburgo; Tschudi traf den alten Xaver, 84 Jahre alt, um 1861; Joseph Wermelinger lebte in Nova Friburgo bis zum 20. Oktober 1896. Quellendifferenzen: Monnerat 1945 (nach Conus 1918 und dem Tagebuch von Pater Joye) verzeichnet 437 Passagiere und 40 Tote auf der Heureux Voyage, während die Zusammenstellung in den Freiburger Studien 2015 442 und 43 angibt; das genaue Sterbedatum Catharinas teilt sich zwischen dem 1. August (Monnerat und Kirchenbücher) und dem 12. August (Lima Abib 2000); die Herkunft der Familie erscheint bei Monnerat 1945 als Delémont, doch die Pfarrbücher von Willisau, 2026 über FamilySearch bestätigt, weisen Xaver in Willisau Stadt aus. Erklärte Lücken: das genaue Sterbedatum Franz Xavers bleibt offen; das deutsche Original Tschudis (Brockhaus 1869) ist noch nicht direkt konsultiert; ebenso das Original der Urkunde vom 9. Januar 1833 in einem Notariat von Macaé; der Bestattungsort Catharina Eglis ist in keiner direkten Quelle dieses Archivs dokumentiert; das genaue Datum der Heirat von Stephan mit Mariana Borer steht noch zur dokumentarischen Prüfung an (das in einer früheren Fassung umlaufende Datum 9. Juni 1845 war in der angegebenen Quelle nicht belegt und wurde zurückgenommen). Editorialer Werdegang: Die v1 dieser Chronik formulierte Nova Friburgo als Tor, eine Metapher, die die gebliebenen Zweige verletzte; die v2 korrigierte das auf Stamm; die v3 korrigierte vier Ausweitungen ohne Beleg (Macabú durch Macaé ersetzt, Heggendorn-Friedhof entschärft, der Bestattungsort Catharinas zurückgenommen, Sterbedatum und -ort Johann Baptistes zurückgenommen) und nahm die drei zeitgenössischen bürgerlichen Wahrzeichen als materielles Zeichen der These auf. Namensbeschränkungen: Im Text werden nur jene Wermelinger des 19. Jahrhunderts namentlich genannt, die in öffentlich zugänglichen Quellen dokumentiert sind (das Stammelternpaar, seine acht Kinder, die Ehepartner dieser acht), historische Figuren und Autoren öffentlicher Quellen. Die heutige Nachkommenschaft in Nova Friburgo erscheint nur in kollektiver Form. This chronicle separates three layers. Documented facts: the Wermelinger family embarked on the Heureux Voyage in October 1819 (Capt. Van der Cerer); the colony was inaugurated on 17 April 1820, the plots drawn by lot on 23 April; the Wermelinger received plot 61; Catharina Egli died in Nova Friburgo in August 1853; Tschudi met old Xaver, then eighty-four, around 1861; Joseph Wermelinger lived in Nova Friburgo until 20 October 1896. Source divergences: Monnerat 1945 (via Conus 1918 and Father Joye's journal) records 437 passengers and 40 dead on the Heureux Voyage, while the compilation in Freiburger Studien 2015 records 442 and 43; the exact date of Catharina's death is split between 1 August (Monnerat and the parish books) and 12 August (Lima Abib 2000); the family's origin appears in Monnerat 1945 as Delémont, yet the Willisau parish records, confirmed in 2026 via FamilySearch, place Xaver in Willisau Stadt. Declared gaps: the exact date of Franz Xaver's death remains pending; the German original of Tschudi (Brockhaus 1869) has not yet been consulted directly; nor has the original of the deed of 9 January 1833 in a Macaé registry; the place of burial of Catharina Egli is not documented in any direct source held in this archive; the exact date of Stephan's marriage to Mariana Borer remains under documentary verification (the date 9 June 1845 that circulated in a previous version had no support in the source declared and has been retracted). Editorial history: v1 of this chronicle framed Nova Friburgo as a gate, a metaphor that wronged the branches that stayed; v2 corrected the angle to trunk; v3 corrected four extrapolations that lacked sources (Macabú replaced by Macaé, the Heggendorn cemetery wording softened, the place of Catharina's burial retracted, Johann Baptiste's date and place of death retracted) and incorporated the three contemporary civic markers as a material sign of the thesis. Naming restrictions: the text names only those nineteenth-century Wermelinger documented in public sources (the patriarchal couple, their eight children, the spouses of those eight), historical figures, and authors of public sources. Living descendants in Nova Friburgo are referred to only collectively.

Notas e fontes Anmerkungen und Quellen Notes and sources

  1. SANGLARD, G. De Nova Friburgo a Friburgo pelas cartas de viajantes: 1820-1843. História, Ciências, Saúde, Manguinhos, 2003. Sobre o decreto de 16 de maio de 1818 e o caráter da empresa migratória.
  2. MONNERAT, A. Livro da Família Monnerat, 1945, p. 19 e seguintes. Sobre o contrato firmado em Paris em 11 de maio de 1818, sobre o papel de Gachet (cidadão de Gruyères, antigo secretário de Murat) e sobre o cavaleiro Batalha como elo com a embaixada portuguesa.
  3. WEIBEL-KNUPP, A. Schweizer Auswanderung nach Brasilien 1819, em Freiburger Studien, vol. 42 (2015), p. 256: Wermelinger Xaver, von Willisau, "Trexler" mit Frau und 7 oder 8 Kindern "nur simple" hätten das Kolonie-Land Nr. 61 bewohnt und zogen nach Macahe "Kaffeeplantage". Drechsler e Trexler são variantes do mesmo ofício: torneiro.
  4. Compilação dos antepassados de Franz Xaver Wermelinger, recebida pelo Arquivo via Geneal-Forum em 15 de maio de 2026, com referências FamilySearch. Batismo de Anna Maria Catharina Egli em 8.5.1780, Lingruben (Willisau Land), ark:/61903/1:1:66VS-NVQZ. Casamento com Franz Xaver Wermelinger em 5.2.1809, Willisau Land, ark:/61903/1:1:66V7-1GR1.
  5. LIMA ABIB 2000, itens 1.1.1 a 1.1.5: Xaver (*9.11.1809), Catharina (*1.1.1811), Joseph (*13.6.1812), Stephan (*13.7.1813), Marianna (*1.5.1816). Cruzado com o catálogo interno do Arquivo da sessão de 24 de abril de 2026.
  6. Compilação de antepassados, op. cit. (nota 4). Óbito de Josephus Philippus Jacobus Wermelinger em 5.2.1795, Turim, no serviço do Regimento Zimmermann, ark:/61903/1:1:66V7-D3JN.
  7. TSCHUDI, J. J. von. Reisen durch Südamerika, vol. V (1860/1862). Capítulo sobre Nova Friburgo e Cantagalo. Citação adiante.
  8. LIMA ABIB 2000, item 1.1.6, sobre o nascimento de Johann Baptiste Wermelinger. Cruzar com o catálogo interno do Arquivo, que ao auditar a página 167 da mesma obra registra a data com leitura levemente divergente. Sobre a data e o local do falecimento, ver nota 14.
  9. MONNERAT 1945, op. cit., e Padre Joye, diário de viagem citado por CONUS, J. Les colons fribourgeois et leurs descendants au Brésil, 1918.
  10. WEIBEL-KNUPP 2015, op. cit., p. 254-255, sobre os sete navios, a parada em Dordrecht e a malária. Die lange Wartezeit an malariaverseuchten Flussufern wurde ihnen zum Verhängnis.
  11. WEIBEL-KNUPP 2015, op. cit., tabela: Heureux-Voyage, 10 Okt. 1819, 17 Dez. 1819, Luzern Wallis Schwyz Solothurn, 442, 43, Van der Cerer.
  12. Divergência entre MONNERAT 1945 (437 passageiros, 40 mortos, baseado em Conus 1918 e Padre Joye) e WEIBEL-KNUPP 2015 (442 passageiros, 43 mortos, 13 deles luzerneses). Esta crônica registra ambas as fontes sem escolher entre elas.
  13. MONNERAT 1945, op. cit.: Cinco navios do comboio aportaram ao Rio de Janeiro, de 4 de novembro a 17 de dezembro de 1819. E todos os seus passageiros dentro de dez dias subiram os Órgãos, chegando a Nova Friburgo.
  14. LIMA ABIB 2000, p. 167 (Ahnenreihe): Johann Baptiste Wermelinger, *24.06.1818, +1819 (alto mar). O catalogo-arvore-2.6-sessao-20260424.md registra a mesma data e local, com a glosa morreu no Atlântico em 1819 durante a travessia do Heureux Voyage. Nenhuma fonte do corpus consultado documenta data exata. Uma versão anterior desta crônica trazia a data 28 de dezembro de 1819 e a afirmação de sepultamento em terra brasileira; ambas eram extrapolações sem fonte, retiradas nesta revisão.
  15. MONNERAT 1945, op. cit.: Havia Sua Majestade mandado construir para nós não simples barracas segundo o trato, mas verdadeiras casas de quatro cômodos sem cozinha, porque nas colônias cozinhava-se ao ar livre ou nos próprios quartos.
  16. COSTA, R. Paraíso Capitalista, 1997, citando Pédro Cúrio sobre 17 de abril de 1820. Cruzar com MONNERAT 1945, p. 25.
  17. WEIBEL-KNUPP 2015, op. cit., p. 256.
  18. TSCHUDI, op. cit., na tradução brasileira Viagem às Províncias do Rio de Janeiro e São Paulo, vol. V, p. 38 (sobre os sorteios e as terras estéreis).
  19. MONNERAT 1945, op. cit.: Em 6 de maio de 1822, o Padre Joye escrevia que Nova Friburgo estava quase deserta. Os colonos trabalhavam em terras ruins.
  20. MONNERAT 1945, op. cit.: já em 1825, constatar-se que nada menos de 605 colonos a haviam abandonado.
  21. LIMA ABIB 2000, op. cit., item 1.1.3: Joseph Wermelinger, *13.6.1812, †20.10.1896, casado com Catharina Josepha Stutz. Cruzado com o catálogo interno do Arquivo. A presença contínua do sobrenome Wermelinger em Nova Friburgo descende em primeiro lugar deste ramo, com sucessivos enraizamentos nos séculos XIX e XX. Por opção editorial, esta crônica não nomeia descendentes vivos.
  22. MONNERAT 1945, op. cit., p. 122: Marianna Wermelinger casou-se, em 31-7-1836, em Friburgo, com Francisco Monnerat, filho de Francisco Xavier Monnerat e Elizabeth Koller. A paróquia da Matriz de Nova Friburgo é a de São João Batista. A família Monnerat veio na Daphne, e não na Heureux Voyage.
  23. LIMA ABIB 2000, op. cit., itens 1.1.7 (Maria Margueritte, *7.6.1821, ∞ Antoine Heggendorn) e 1.1.8 (Maria Catharina Josepha, *8.5.1824, ∞ Jean-Henri Heggendorn). Os irmãos Heggendorn vieram a bordo do Heureux Voyage com os pais Joseph Heggendorn e Anna Maria Goetschi. O cemitério Heggendorn em Macaé de Cima é fato geográfico contemporâneo registrado pelo Arquivo; a atribuição da sua criação aos Heggendorn-Wermelinger não tem fonte direta e foi retirada da v2 para a v3.
  24. Divergência entre MONNERAT 1945, p. 122 (Catharina faleceu em Friburgo, sem testamento, a 1-8-1853, deixando 7 filhos) e LIMA ABIB 2000, p. 167 (+12.08.1853). A compilação de 2026 a partir dos Kirchenbücher de Willisau confirma 1.8.1853. O local exato de sepultamento de Catharina Egli não consta em fonte direta deste arquivo e por isso não é afirmado no corpo da crônica; a v2 trazia uma menção sem sustentação que foi retirada na v3.
  25. Escritura de 9 de janeiro de 1833, cartório de Macaé, conforme transcrita em fonte secundária da família (Lima Abib 2000): uma porção de terras nas cabeceiras do [Macaé] […] Stephan Wermelinger […] da gleba colonial 62, contígua ao lote …. A v2 grafou erroneamente Macabú; a v3 corrige para Macaé, conforme as fontes consultadas (Freiburger Studien 2015, Imigrantes Wermelinger Willisau-Brasilien, Sanglard 2003) que situam o deslocamento dos Wermelinger no vale do rio Macaé.
  26. A data exata do casamento de Stephan Wermelinger com Mariana Borer permanece em verificação documental. A data 9 de junho de 1845, citada em uma versão anterior desta crônica como referenciada no catálogo interno do Arquivo (catalogo-arvore-2.6-sessao-20260424.md), não se encontra de fato nesse arquivo, que registra a célula correspondente como (s/data). A v3 retira a data e declara a pendência.
  27. MONNERAT 1945, op. cit., p. 122: maior parte dos descendentes dos Wermelinger dedica-se à vida rural na região de Duas Barras, Bom Jardim, Cantagalo, e Sumidouro.
  28. LIMA ABIB 2000, op. cit., item 1.1.1: Xaver Wermelinger b. 09/11/1809. Permaneceu solteiro.
  29. TSCHUDI, op. cit., na tradução brasileira citada. Cruzar com o original alemão do Reisen durch Südamerika, vol. V, ainda pendente de consulta direta. O nome Willsau que aparece na tradução brasileira é muito provavelmente OCR de Willisau.
  30. Parque Santa Elisa, sede do município de Nova Friburgo, com placa comemorativa da fundação da colônia helvética de 1819. Documentação interna do Arquivo Wermelinger, 02-Areas/marcos-civicos-nova-friburgo.md, abril de 2026, e posts de Walter Wermelinger no blog afamiliawermelinger (2012-2013). O texto exato da placa e a data de sua instalação permanecem pendentes de visita de campo.
  31. Praça dos Poetas, Nova Friburgo. Instalação em 2010 dos brasões Wermelinger e Montechiari, com a inscrição institucional citada. Documentação interna do Arquivo Wermelinger, op. cit., e posts de Walter Wermelinger.
  32. Cataclismo da Região Serrana do Rio de Janeiro, em 11 e 12 de janeiro de 2011: maior tragédia natural brasileira em vidas perdidas até a presente data, com cerca de 918 mortos confirmados e centenas de desaparecidos nas cidades de Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Sumidouro e Bom Jardim. Documentação interna do Arquivo Wermelinger, op. cit.
  33. Monumento às vítimas do cataclismo na Praça do Suspiro, Nova Friburgo, com o brasão Wermelinger incrustado no pé, junto a brasões de outras famílias fundadoras da colônia. Documentação interna do Arquivo Wermelinger, op. cit., e posts de Walter Wermelinger no blog afamiliawermelinger, 2012-2013. A data exata da inauguração do Monumento e a lista das famílias representadas permanecem pendentes de verificação em campo.
  34. WERMELINGER, Walter. Post no blog afamiliawermelinger, 2012 ou 2013, sobre o brasão Wermelinger incrustado no pé do Monumento da Praça do Suspiro. Citado por meio da documentação interna do Arquivo Wermelinger, 02-Areas/marcos-civicos-nova-friburgo.md. A menção ao Padre José Maria na citação de Walter parece refletir a forma como o autor recordou o nome do pároco; a documentação paroquial registra o vigário de Duas Barras em 1908-1911 como Padre José Antônio de Jesus e Maria.
  35. Memorial Paroquial da Matriz de Duas Barras, 1911, escrito pelo Pe. José Antônio de Jesus e Maria ao Bispo D. Agostinho Benassi: descreve a família Wermelinger como simples e sincera. Documentação interna do Arquivo Wermelinger, MOC/cronologia-institucional-wermelinger.md, com citação exata aguardando consulta direta ao texto original do Memorial.

Fontes primárias e quase-primárias Primärquellen und quasi-primäre Quellen Primary and quasi-primary sources

  • Kirchenbücher von Willisau Stadt e Willisau Land. Referências FamilySearch ark:/61903/1:1:6FZR-Z7NF (casamento dos avós), 6FZB-PFQD (batismo do pai), 66V7-D3JN (óbito do pai em Turim), 66V7-1GR1 (casamento de Xaver e Catharina), 66VS-NVQZ (batismo de Catharina em Lingruben). Compilação recebida pelo Arquivo em 15 de maio de 2026.
  • P. Jacob JOYE. Diário de viagem do contingente de Friburgo a Nova Friburgo, 1819-1820, citado por Conus 1918 e por Monnerat 1945.
  • Registro de óbitos da Matriz de São João Batista, Nova Friburgo, 1853, anotação da morte de Catharina Egli, citado em Monnerat 1945, p. 122.
  • Cartorial de Macaé, registro de 9 de janeiro de 1833, compra de porção de terras por Stephan Wermelinger e outros, citado por Lima Abib 2000.

Fontes secundárias densas Dichte Sekundärquellen Dense secondary sources

  • TSCHUDI, J. J. von. Reisen durch Südamerika, Band V. Leipzig: F. A. Brockhaus, 1869. Tradução brasileira Viagem às Províncias do Rio de Janeiro e São Paulo, com o capítulo sobre o velho Xaver Wermelinger, c. 1861.
  • MONNERAT, A. Livro da Família Monnerat, 1945. Apresenta o contexto da migração de 1819, a composição da família Wermelinger a bordo e as primeiras gerações brasileiras.
  • CONUS, J. Les colons fribourgeois et leurs descendants au Brésil. Friburgo, 1918. Estudo fundamental sobre o contingente friburguês da colônia.
  • LIMA ABIB 2000. Genealogia detalhada do ramo brasileiro a partir de Franz Xaver, com nomes, datas e cruzamentos cartoriais.
  • WEIBEL-KNUPP, A. Schweizer Auswanderung nach Brasilien 1819. Freiburger Studien, vol. 42 (2015), p. 254-263. Compila estatísticas, nomes e itinerários dos sete navios da frota, com atenção ao Heureux Voyage e às famílias luzernesas.
  • COSTA, R. Paraíso Capitalista, 1997. Estuda a transição entre a colônia suíça primitiva e a vila luso-brasileira que se forma em Nova Friburgo.
  • RAIMUNDO, J. Nova Friburgo, 1992. Geografia histórica do município e dos seus distritos, em especial Lumiar (junto ao rio Macaé).
  • SANGLARD, G. De Nova Friburgo a Friburgo pelas cartas de viajantes: 1820-1843. História, Ciências, Saúde, Manguinhos, 2003.
  • WERMELINGER, Walter. Posts no blog afamiliawermelinger, 2012-2013, sobre os marcos cívicos da família em Nova Friburgo (Parque Santa Elisa, Praça dos Poetas, Monumento da Praça do Suspiro).
  • Marcos cívicos Wermelinger em Nova Friburgo. Documentação interna do Arquivo Wermelinger, abril de 2026, ~/Obsidian/ArquivoWermelinger/02-Areas/marcos-civicos-nova-friburgo.md.

Fontes pendentes de consulta direta Quellen, die noch direkt zu konsultieren sind Sources pending direct consultation

  • Original alemão de Tschudi, Reisen durch Südamerika, Bd. V, 1869, para citar o relato do velho Xaver na língua original do autor. leitura pendente
  • Livro de óbitos da Matriz de São João Batista, 1853, registro de Catharina Egli, para dirimir 1 de agosto vs 12 de agosto. consulta pendente
  • Cartório de Macaé, escritura de 9 de janeiro de 1833, com as glebas, limítrofes e nomes dos compradores. consulta pendente
  • Fonte primária do óbito de Franz Xaver Wermelinger, em paróquia brasileira. consulta pendente
  • Staatsarchiv Luzern, ref. BF 52 (lista oficial dos emigrantes de Lucerna, 1819), para conferir as 7 ou 8 crianças registradas a bordo do Heureux Voyage. consulta pendente
  • Memorial Paroquial da Matriz de Duas Barras, 1911, escrito pelo Pe. José Antônio de Jesus e Maria ao Bispo D. Agostinho Benassi, para conferir o texto exato da descrição da família Wermelinger. consulta pendente
  • Texto exato das placas e inscrições nos três marcos cívicos (Parque Santa Elisa, Praça dos Poetas, Monumento da Praça do Suspiro), com fotografia em campo. visita de campo pendente
  • Registro do casamento de Stephan Wermelinger com Mariana Borer, para dirimir a data. consulta pendente
Esta crônica passou por revisão factual antes da publicação e por uma segunda revisão entre as versões v2 e v3. Cada data, cada nome próprio e cada citação tem fonte rastreável em Monnerat (1945), Tschudi (c. 1861), Weibel-Knupp (2015), Lima Abib (2000), na compilação recebida em maio de 2026 a partir de Kirchenbücher via FamilySearch, no diário do Padre Joye via Conus (1918), ou na documentação interna do Arquivo Wermelinger sobre marcos cívicos contemporâneos. Onde as fontes divergem, a divergência é declarada na nota de método e nas notas finais, em vez de resolvida por escolha autoral. Os Wermelinger nomeados são exclusivamente do século XIX e estão documentados em fonte pública; a descendência atual em Nova Friburgo aparece somente em termos coletivos, em respeito a uma decisão editorial do autor. Diese Chronik wurde vor der Veröffentlichung einer faktischen Prüfung unterzogen und zwischen den Versionen v2 und v3 ein zweites Mal überarbeitet. Jedes Datum, jeder Eigenname und jedes Zitat ist auf Monnerat (1945), Tschudi (um 1861), Weibel-Knupp (2015), Lima Abib (2000), die im Mai 2026 erhaltene Zusammenstellung aus Kirchenbüchern via FamilySearch, das Tagebuch von Pater Joye in Conus (1918) oder die interne Dokumentation des Wermelinger-Archivs zu den zeitgenössischen bürgerlichen Wahrzeichen zurückverfolgbar. Wo die Quellen voneinander abweichen, wird die Abweichung in der methodischen Anmerkung und in den Endnoten ausgewiesen, nicht durch autorenseitige Wahl aufgelöst. Die genannten Wermelinger stammen ausschliesslich aus dem 19. Jahrhundert und sind in öffentlich zugänglichen Quellen dokumentiert; die heutige Nachkommenschaft in Nova Friburgo erscheint nur in kollektiver Form, im Respekt vor einer editorialen Entscheidung des Autors. This chronicle underwent factual revision before publication and a second pass between versions v2 and v3. Every date, every proper name and every citation is traceable to Monnerat (1945), Tschudi (c. 1861), Weibel-Knupp (2015), Lima Abib (2000), the compilation received in May 2026 drawing on the parish books via FamilySearch, Father Joye's journal as transmitted by Conus (1918), or the internal documentation of the Wermelinger Archive on contemporary civic markers. Where the sources diverge, the divergence is declared in the note on method and in the end notes, not resolved by editorial choice. The Wermelingers named here are exclusively from the nineteenth century and are documented in public sources; living descendants in Nova Friburgo are referred to only collectively, in deference to an editorial decision of the author.
Tiago Torres Wermelinger
Duas Barras, Rio de Janeiro · 16 de maio de 2026
Crônica avulsa · Trilha Nova Friburgo
Arquivo Wermelinger, onde a história é verificada, não repetida
Duas Barras, Rio de Janeiro · 16. Mai 2026
Einzelchronik · Reihe Nova Friburgo
Wermelinger-Archiv, wo Geschichte geprüft wird, nicht wiederholt
Duas Barras, Rio de Janeiro · 16 May 2026
Standalone chronicle · Nova Friburgo track
Wermelinger Archive, where history is verified, not repeated

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